ameaça. A mãe de Kaya andava de um lado para o outro na sala, ela mesma estava sentindo os efeitos da cidade, sobre seu corpo, afinal, ela evitou os laços com os ancestrais e tudo,
dos riscos. Começou andar de um lado, para outro, com o celular apertado contra a palma
. - murmurou, mai
... Acho que vou procurar
pernas cruzadas com elegância, as
om a voz suave, qua
a se a
ou de andar
? Sua irmã sumiu numa cidade em que ela nã
cabeça, como quem compreende
i - res
, ela... sente tudo muito int
passando a mão p
desde pequena. Ela s
er continuou, escolhendo cada p
do isso mexe com ela. Ainda mais
. - a mãe repeti
amento, esse lugar,
mas por dentro sentiu o conhecido
disse, fingi
ouco mais... flexível. É melhor,
de controle, pod
filha mais nova, co
re me enten
Não vou deixar ela estragar
olhar, como se est
fazer o certo.
como um alert
irmã fosse mais como
ressiva, meno
o peito queimar
má pessoa -
óprias emoções. Diferente de
sentiu l
fer, sempre foi. Tenho certez
precisava ouvir. Afinal, ela tin
star fugindo de algo. O céu já estava claro, mas o sol parecia distante, escondido atrás de nuvens densas. Cada respiração ainda
rigas, ofensas, no ta.pa. T
nsamento se infiltrava. O homem a
preocupado, o sorriso fácil, confiante demais para aquela hora da m
murmurou, p
mais um riq
tante facilidade. Kaya virou a esquina da rua de casa, com o estômago se contraindo ao ver a fachada clara demais daquela prisão disfarçada d
a ainda não compreendia, aquela paisagem a fazia querer olhar, o tempo todo. A janela do quarto estava exatamente como ela deixara. Aberta. Kaya subi
e duro
você
surpreendeu.
ndo como quem assiste a uma peça particularmente interessant
. - Kay
de boas
o - Yesenia disse,
do quanto eu fi
? - Kaya riu
s atrás tava me batend
levantou
- disse, co
ocê, não quer estragar tudo aq
e não é da sua conta, perfeitinha. - Ka
com sua irmã. - Y
dar. Você não vai sair conosco, v
O brilho satisfeito nos olhos. O sorri
perguntou, dando
ua fingida de me.rda? Desde o
- a mãe
dessa casa, ouviu bem? Proibi
partir. Pois não se sentia no au
pode me t
ou. - a mãe
sob o meu teto, vai
o, não é novidade. - Kaya falo
spirou tea
falo. Ela sempre exagera tu
r! Vai à m.erda você
com ela. - a mãe rebate
dos os limites! O que
to apertar, a res
u sumir e você nunca mais vai me achar! -
não ouse me
ndo besteira - Y
fora
respondeu, com u
sta sobre quem eu sou. Não s
diferente, e sua mãe sabia, sentia
da segundo. Aquela era a confirmação final. A prova
ui. - a mãe disse,
ia. Nem pe
saíssem, foi fechando a porta atrás de si com f
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