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A Esposa Indesejada do Rei da Máfia Brilha

Capítulo 7 

Palavras: 793    |    Lançado em: 05/01/2026

El

parecia um hematoma n

acionou n

ma arma do

qui", el

ovendo antes mesmo

ão f

o s

va testemu

ue ele faria quando a vida e

eto por uma mesa virada e

, sua maquiagem borrada em list

baixo escalão que Dante havia demitido no mês pa

olhos selvagens. "Eu a corto

de distância, sua arma ap

era calma, terrivelmente firme.

uspe voando. "Você pegou meu terr

parte disso",

aníaco e quebrado. "Todo mundo sabe. O gr

as sombras

deles

ia lamentou. "Ele me to

u, embora seus olhos tr

iu. "Ou eu esculpo um sor

a bochecha de Sofia. Uma gota

não he

rma no chão e a c

, levantando as mãos.

ração

ocando sua vi

riu. "F

ou Sofia p

para debaixo de uma mesa

ançou so

ido, mais forte, m

e, mas o impulso os lev

se est

emaranhado de mem

brilho d

ue úmido do aço

e gr

Joe, mandando o homem

ão se levan

a trás, agarrando

a vazar por entre seus dedos, manc

" Sofia

aixo da mesa e

frente do bar, des

le ofegou. "Vo

ando sobre ele, mas sem tocar no sangue

lhou pa

a pálido, escor

cou a bochecha dela com

xar ele te machuc

oluçou. "Por que

te amo",

iraram no ar v

congelad

uma al

um mal-e

di

sua voz ficando mais fraca. "Deixei meu avô me empurrar p

osto de Sofia. "Não fale

isso acabar... nós terminamos. Eu

o estranha

era

le

e prendia minha al

m estrondo. Rompeu-

homem sangr

eu amei po

u salvei da á

levei um tiro em m

a um e

um homem que am

a assistindo a uma tragédi

oaram à d

cia estav

ante começara

ada demais choran

passo p

is o

e e saí

arros de políc

amédicos que cor

encontra

" o motoris

ãos. Elas tremiam,

sa

dest

disse. "Tenho alguns

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A Esposa Indesejada do Rei da Máfia Brilha
A Esposa Indesejada do Rei da Máfia Brilha
“Meu marido me ordenou que virasse de frente para o altar. Ele abriu a fivela de seu cinto de couro pesado, seus olhos gelados e desprovidos de misericórdia. "Você precisa aprender a ter respeito", Dante cuspiu as palavras. Ele me açoitou na capela da família até minhas costas virarem uma massa de carne viva e sangue. Tudo porque a amante dele, Sofia, me incriminou por quebrar a urna do avô dele. Ele não perguntou a verdade. Ele não hesitou. Ele só queria punir a esposa que considerava um fardo. Enquanto o cinto rasgava minha pele, eu não gritei. Apenas contei as memórias morrendo. Ele não sabia que fui eu quem mergulhou no lago congelado para salvá-lo no ensino médio. Ele não sabia que fui eu quem levou uma facada por ele durante a emboscada. Ele acreditou nas mentiras de Sofia, de que ela era sua salvadora. Eu o amei por dez anos. Eu sangrei por ele. E em troca, ele me marcou permanentemente por um crime que não cometi. Naquela noite, não cuidei das minhas feridas. Fiz minhas malas, assinei os papéis do divórcio e jurei pelo Código da Omertà nunca mais amá-lo. Três anos depois, Dante encontrou meu antigo diário escondido sob o assoalho. Ele leu a verdade sobre quem realmente o salvou e percebeu que havia torturado seu anjo da guarda. Ele me encontrou em Paris, caiu de joelhos no saguão lotado de um hotel e implorou por perdão com lágrimas nos olhos. Eu olhei para o homem que me quebrou e sorri. "Então deita e morre, Dante", eu disse suavemente. "Porque eu tenho uma vida pra viver."”