icon 0
icon Loja
rightIcon
icon Histórico
rightIcon
icon Sair
rightIcon
icon Baixar App
rightIcon

A noviça e o lobisomem

Capítulo 2 Cândida

Palavras: 444    |    Lançado em: 07/01/2026

ND

como ela, foram enjeitadas e deixa

ue se encantou com a beleza da menina alemã de

e, ao segurá-la nos braços, sentiu que

ens, Lúcia as considerava apenas folclore, história

go naquela meni

amais a separou do colar com o pingente de lobo que a criança trazia ao ser

izou de Cândida e emocionou-se

cial por Frieda, a mulher que trabalhava voluntariamente no convento. Todas as crianças gostava

he fábulas sobre alcateias e sobre as peeiras, mulheres poderosas conhecidas como as mães de t

as eram conta

deria ser expulsa do convento e

mbinaram gua

ssou a acreditar que ela se tornaria uma noviça abenç

tou estudar, mas recusou-se a cortar os long

sejam pecado - disse com firmeza

ntos, Lúci

que a filha deveria um dia retornar à Saxônia para enfrenta

orém, perman

colar de lobo e usar uma corrente com crucifixo

nos se

freira. Seus poderes haviam se manifestado, mas ela os

são para passar alguns

o. Preciso dos con

Reclame seu bônus no App

Abrir
A noviça e o lobisomem
A noviça e o lobisomem
“Em 1820, uma bebê é deixada na roda dos enjeitados de um convento no Rio Grande do Norte, carregando no pescoço um colar com o símbolo de um lobo uivando para a lua. Criada entre orações, silêncio e muros sagrados, Cândida cresce acreditando que seu destino é servir a Deus - até sentir, no fundo da alma, que foi feita para algo maior. Ao deixar o convento pela primeira vez, já adulta e ainda noviça, Cândida descobre que o mundo fora das paredes religiosas pulsa com perigos, desejos e verdades proibidas. Dentro dela, um poder antigo desperta, ligado a um passado que lhe foi ocultado e a uma linhagem marcada por sangue, traição e profecias. Enquanto forças sombrias se movem nas sombras e um inimigo ancestral a procura, Cândida cruza o caminho de um lobisomem amaldiçoado por sua própria natureza - um homem dividido entre o instinto e a razão, carregando feridas tão profundas quanto as dela. Entre a fé e a selvageria, a promessa e a perdição, nasce um amor impossível. Um vínculo capaz de libertar ou destruir reinos inteiros. Porque algumas mulheres não nasceram para o altar... nasceram para a lua.”