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Contrato Com Meu Chefe Incapaz de Amar

Capítulo 2 Apresentando o Mocinho

Palavras: 784    |    Lançado em: 15/01/2026

ais da metade dela - literalmente. Foi ele quem fundou a universidade, a escola particular, o hipermercado. Metade

isse retorno elevado, muito menos por caridade. Era mão fechada, calculista, e só colo

s. Estudar no exterior ampliou sua visão de mundo. Trouxe projetos de diesel renov

que Gabriel adiasse o casamento com Celine por três anos. Os argumentos eram lógicos. Hav

sua vida. Antes de sair da cidade para estudar, fizeram um pacto de cast

cil conter os impulsos. Ainda assim, amava

trito às suas finanças, permitindo que ela fizesse o que quisesse. Celine comprou a segunda maior mansão da cid

tivos do casamento. Estava totalmente focado na implantação de seu projeto e, nesse perí

aceitava chamadas de vídeo; no máximo, ligações com

. Após um ano de trabalho conjunto, decidiu contratá-la como assessora exclusiva

ha vinte e quatro anos e ainda era virgem. Resistir era

ua mãe chamo

Gabriel. Você está negligenciando sua noiva.

ra almoçar no escritório, dizendo

l. Você mesmo me deu. E eu

que tenho sido negligente

anteriores. Finjo que você ainda está

ha almoçar

cortinas da nossa casa. Preciso acom

samos incluir um temp

casa. A gente namora e

comprou dois Big Macs e milk-shakes de Ovomaltine - o preferido dela - e seguiu para a ca

a ali para acompanhar a instalação do enxoval. Celine era uma jovem exemplar, mas vinha de uma

o entanto, ao entrar, ouviu gemidos vindos da sala. Seu coração disparou

que deixou os embrulhos caírem das mãos. Os copos de milk-shake se abriram ao ati

ntado com as calças arriadas até os pés, enquanto Celine, complet

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Contrato Com Meu Chefe Incapaz de Amar
Contrato Com Meu Chefe Incapaz de Amar
“Samira, uma moça muito inteligente, abre mão de uma bolsa de estudos para ajudar o namorado a se formar. Recebe uma proposta arriscada de trabalhar no exterior e aceita, mesmo sem conseguir o visto. Oficializou seu noivado e foi rumo ao desconhecido, correndo o risco de ser deportada a qualquer momento! Durante os 5 anos que esteve no Canadá, criou um pseudônimo para prestar consultoria a uma empresa em desenvolvimento. Isso deu tão certo, que ela foi declarada vice presidente, mesmo estando em outro país. Depois de três anos nesse cargo, foi intimada a voltar para assumir presencialmente. Aliviada, ia enfim se casar com seu noivo, formado há dois anos e com cargo de confiança na empresa. Mas quando retorna, para anunciar a todos quem ela realmente é, descobre que seu noivo a despreza e sempre a usou. Então decide aceitar o contrato que seu chefe sugeriu, de um casamento falso. A partir daí, ela descobre uma forma real de ser feliz e valorizada...”