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Homens Possessivos

Capítulo 6 Capitulo 5

Palavras: 929    |    Lançado em: 29/09/2021

e

vindo em minha direção. Gemo de prazer. Amo choc

urar a porta. Como todo-cavalheiro que eu sou, seguro-a

edito que é v

ue era? A Branca de

ho que a tratar bem, senão é bem cap

mi - ela

a cara - brinco, e recebo um

começa

me contar por

s novamente - ela dá de om

ter passado por al

as para ela nã

ilme de terror - brinco, querendo alivi

a! - ela d

ão quer

ador se abrem, e deixo a Vanessa sair prim

rçá-la. E ali fico, observando-a fazer o caf

Vane - peço, e

ste assim, não! - ela diz, bra

as você está

estava perdida e

a tra

á me servindo uma canec

a irmã vai v

a secretária chateada mesmo não sendo eu o culpado.

riso, e fico aliviado que ag

ronta par

odo ano, só que agora meu nam

r uma pergunta? - que

, é

ê nunca fala

is morreram alguns anos atrás em um acide

sabia - respondo

o, aconteceu há

oje vou dar uma volta para ver como

do, e meu chefe, quando aparecer, vai me dar

! - respondo à bri

oa aparência acabei vestindo um terno, sem gravata. Não estou a fim de morrer cozido, al

vistoria pela fábrica, o meu celul

Al

ndo de saudades de você! -

à ligação e tiro o celular do ouvido. Olho para o númer

mais me ver! -

a gente t

r enganado, nós apenas tiv

você en

aro qu

a mim pare

sim com a mãe do seu filho? - e

grávida porra nenhuma! -

aro qu

precisa se t

acabar com a sua raça - a puta louca desliga na minha cara, e jogo o celula

estressado, mas precisa faz

igado

e quando volto para a minha sala encontro uma bela jovem ruiva, e meu pau resolve dar sinal de vida

tária, e fico imaginando quem seria aque

a conhecer a

a encrencado: acabei de me apaixonar pela irmã da Vane,

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Homens Possessivos
Homens Possessivos
“Sinceramente, eu não sei como consegui chegar em casa. Entro em silêncio para não acordar a minha irmã, e acabo gemendo quando sem querer esbarro no corrimão e tranco os dentes para não gritar, soltando apenas um pequeno gemido de dor. Vou subindo as escadas, ou melhor, vou rastejando, e enfim consigo chegar ao meu quarto. Fecho a porta e não acendo a luz - eu tinha medo de ver como estava machucada. Vou andando bem devagar, e cada passo que eu dava era uma tortura, e sempre me apoiando na parede até chegar à minha mesinha, onde eu tinha um notebook e também alguns livros. Nem sempre eu precisava acender a luz do quarto, sendo que eu tinha uma luminária. Assim que consigo alcançá-la, acendo-”