Foi ele!
“Eu tinha 6 anos quando uma mulher apareceu à minha porta com uma menina da mesma idade, dizendo que essa garotinha também era filha do meu pai. Lembro-me da minha mãe chorando e de nós entrando no carro dela. Depois de viajarmos por um tempo, o carro começou a girar e capotou. Minha mãe morreu naquele acidente. Ainda consigo sentir as lágrimas do meu pai enquanto ele me resgatava da lataria retorcida. Aquela mulher se mudou para minha casa, transformando minha vida num inferno inimaginável. Depois de alguns anos, eles se casaram, e Rosie, minha meia-irmã, adotou meu sobrenome. Se a mãe dela me torturava, ela era a aluna que superava a professora. Ela tentou me afogar quando eu tinha 15 anos, e quando eu tinha 19, arquitetou um plano para que eu fosse estuprada. Meu pai morreu de uma doença terminal, quase sem um tostão. Fiquei sozinha, sentindo-me culpada pela morte dele, praticamente na rua, com um ser no meu ventre e sem saber quem era o pai, mas... meu pai estava sempre mil passos à frente, nada é o que parece e cada um recebe o que merece.”