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Pai do meu aluna

Capítulo 2 Empatia

Palavras: 1480    |    Lançado em: 10/02/2026

o ruim e ele não podia fazer absolut

o e não havia dinheiro qu

ncluindo médicos da Suíça e até de Cuba, mas todos lhe di

e do que tinha e de qu

ado a ela, dividindo seu tempo

tempo que tinha de sobra, d

bia disso e o agrade

luna saiu, Mora foi a

va informar

e contou, com lágrimas escorrendo pelo rost

ra se acalmar, pois não podia voltar

da aula eles conversariam com mais calma

m os alunos, mas, por outro lado, ela não podia se abater a

isso geralmente vinha co

elmente. A professora havia chamado sua atenção porque uma criança a h

criança em seu colo

viu os olhos cheios de lágrimas de Mora, que

em e disse, de passagem, que não era preciso usar violência físic

resto da aula, Camila

ada, como de costume, por sua babá,

nina tinha e seu pai a lembrou de seu próprio noivo, que se

s filhos para aquele estabelecimento eram poderosas e ricas, ela nunca tinha pensado nisso dessa

do diretor, fez i

pai de Camila havia lhe

tinha que conter e confortar a menina, mas como tinha mais anos com

sua família. Ela morava com os pais e a

não conseguia parar de cho

conter a menina, você não conhece a mãe dela

preferida, de verdade, sempre tive um carinho espec

não sei o q

coando o sofrimento

ra as classes mais baixas, mas a tragéd

é irô

não poderia fazer isso com o namorado, ele nem mesmo concordava com o fato de ela tr

ando algo que era apenas para os medíocres, para ele, ela era algo como uma empregada par

onde ela trabalhava era uma d

não era hora de pensar

ta, dominador e arrogante, mas estava apai

elaxar e estudando as diferentes p

olhos, sentiu um arrepio ao se lembr

avam muito superiores a um simples professor de escola primária, nisso Mora tin

egas professores, eles lhe disseram que os pais eram muitas vezes tão ignorantes que ameaçavam os professores se eles não aprovassem seus filhos, mesmo que as crianças não respond

creditava que, com paciência e amor, conseguiria fazê-lo entender q

ocência e do fato de ter pesquisado diferentes cursos universitários para ver se algu

a atraía, e uma graduação em economia também s

nversar com a família, eles eram muito

parceira no crime e elas se

iam 1,65 m, eram magras, só que Mora tinha cabelos lisos e loiros claros e Sofi, como costumavam chamá-la, tinha c

ção, ou seja, jornalismo, na universidade

oucas pessoas, porque era para treinar os adultos de amanhã, e sabia que ser

ionário, sua irmã teria que trabalh

, mas ele era um homem dominante e ela não podia contradizê-lo, porque ele sempre tinha aquele gesto de de

se feliz, embora duvidasse que e

se que o caráter dele era normal, já que as pessoas ricas tendiam a pensar e ser a

a ela, pelo que ela sabia, mas havia coisas que inco

heiro ou classe social, embora, para a maioria das pessoas, dinheiro, classe social e aparência já definissem o príncipe encantado e isso ela t

ais, mais descarados, tinha 20 anos

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Pai  do meu aluna
Pai do meu aluna
“Uma professora simples, porém bonita, se vê envolvida em um triângulo amoroso, onde dois dos homens mais importantes do país, que sempre estiveram em conflito, disputam seu amor até que ela, com medo, decide fugir de ambos. O ciúme e o ódio que existem entre os dois poderosos CEOs aumentam quando ele a perde. No meio de tudo isso está sua jovem aluna, que encontra consolo na professora após perder a mãe.”