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Nosso pequeno cupido: o filho do magnata em meus braços

Capítulo 3 Sou seu pai

Palavras: 1325    |    Lançado em: 24/02/2026

se mudou para Blirson, ela trocou seu número de celular

yle. Em sua mente, ele provavelmente já estava casado e com fil

favorita dele pela centésima vez. Mesmo quando as últimas palavras saíram

abeceira e, ao puxar o cobertor sobre ele, sussurrou uma o

as, mas sua voz soou baixa e magoa

e, mas sua forma de enfrentar os problemas era, por vezes, impulsiva e até agressiva,

tiu que ele havia cometido um erro. Ela acariciou os

era importante para uma criança entender o que era ce

palavras dela. "Então por que todos

m as coisas não é o que as pessoas esperam. Quando você tenta proteger alguém, pode acabar machucando outra pessoa. Muitas vezes, o

cido. "Ainda não entendi. Se você

m tentar te punir, e isso pode ser muito pior. Eu precisava te proteger, mesmo que is

algo certo, também deveria me dizer. Não é assim que deve

havia obscurecido o senso de justiça de Lucas. Beijando a testa dele, ela sussurrou: "Você tem toda a r

que acenou com toda a seriedade possível pa

rando o café da manhã como de costume. Enquanto iss

e desceu as escadas para procurá-lo. Na rua, ela se deparou com uma fileira de carros preto

raídas pelo cromo brilhante e pelo luxo que raramente se via. No meio de tudo isso,

ol e os entregou a um funcio

os de apartamentos degradados, antes de desviar o ol

silenciosa desses homens intrigou Allison -

trancada. Não querendo se envolver com o que quer que estivesse acon

, mas aqui, teve que aprender a gritar até fi

correndo na direção de Allison, que pegou a m

s depois de lavá-las, uma

olocando os pratos do café da manhã so

m o mesmo homem que estava liderando o

em sua vida profissional, mas tinha ce

midador. De perto, porém, ela sent

a ombros largos e traços marcantes, e usava um terno

, apenas a observou em silêncio

tente da porta, sem se mover. "P

?", ele perguntou

sobrancelhas. "Lucian? Quem é esse?

manecia calmo, cada palavra len

ndo para manter a voz firme, ela tentou fechar a porta, respo

ou, parando para observar o espaço organizado mas modesto, a pilha de livros infantis sobre a mesa e os brinquedo

a calça. Ele parou, alternando seus olhos entre a mãe e o estranho confortavelmente sen

mas agora parecia mais frágil d

mais maduro possível. "Quem é vo

estendeu a mão como se quisesse se aproximar de Lucas,

recostou e disse, com a voz sua

sse momento há anos. Depois de todo esse tempo mantendo Lucas por per

to pálido da mãe, e franziu a testa ao pergunt

e intensificando, quase como um aviso. "Sinto te decepcion

nem Allison nem Lucas cons

o ar. Olhando para a mãe, ele começou a juntar as peças, pe

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Nosso pequeno cupido: o filho do magnata em meus braços
Nosso pequeno cupido: o filho do magnata em meus braços
“Allison foi forçada a se divorciar porque não conseguia ter filhos. Seu coração se despedaçou e ela partiu para uma cidade pequena, na esperança de encontrar paz e curar suas feridas. Um dia, encontrou por acaso um bebê abandonado e decidiu criá-lo sozinha. Quatro anos se passaram num piscar de olhos. Certa manhã, uma fila de carros de luxo parou em frente à sua casa modesta. Um homem bem vestido saiu, segurando um cartão. "Aqui estão dois milhões. Aceite por ter criado meu filho." Allison puxou a criança para seus braços. "Ele é minha família. Não vou deixá-lo ir!" Com um sorriso malicioso, o homem respondeu: "Então, vocês dois vão voltar juntos para casa comigo."”