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Cicatrizes da Traição: A Herdeira que Tentaram Apagar

Capítulo 6 6

Palavras: 579    |    Lançado em: 25/02/2026

scoço estava rígido e a boc

ar os dentes. Lavar o rosto. Evitou olhar no espelho.

m suéter - as roupas que havia separ

o. A porta do quarto pr

das. A cozinha

e notas. Uma única folha de papel co

para o jantar. Es

o cartão Amex preto dele

ue aquilo era o pedido de desculpas. Achava que dinheir

A máquina ganhou vida com um rosnado baixo que escalou para um triturar violento e satisfatório enq

frente. O ar da m

o-fio, logo fora do portão. Kelly deve ter cam

ntregou um café sem

? - perguntou Kátia

rmindo. Ou fi

ue el

olhando para o vapor que subia do copo

eu a mão

alha! Você o

ma ela, Kátia. Quem qu

uxou o

tenho u

O

nsagem... vi o número. Ficou gr

sa - dis

O namorado dela, Zeca, deu uma olhada no rosto de Kelly e silenc

rmurou ele, desap

computador. Es

os achar

e pago de verificação de antecedentes

ea 617... term

u. O coração de Kelly

- diss

fil ap

Angele

de:

Oak Creek, 4

to car

esconder a beleza dela. Pele pálida, olhos azuis grandes e aquosos, traços

a tela. O qu

eus - s

ce ela? - pe

sa é a Angele. A meia-irmã dele. Ele sempre me mostrava fotos dela quando era pe

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Cicatrizes da Traição: A Herdeira que Tentaram Apagar
Cicatrizes da Traição: A Herdeira que Tentaram Apagar
“Fugi de casa por três dias, esperando que meu marido percebesse. Mas Justino, um poderoso Capitão da polícia e Juiz, não me ligou uma única vez. Até que fui parada em uma blitz comandada por ele. Ele não pediu meus documentos para verificar a lei seca. Ele os confiscou, trancou-me em seu carro pessoal e me levou de volta para a nossa mansão fria, agindo não como marido, mas como um carcereiro. No caminho, o celular dele acendeu no painel. Uma mensagem de um contato salvo apenas como "A": *Dói tanto... onde você está?* Ele jurou que era uma testemunha protegida. Mas naquela mesma noite, o homem que me negou um filho por cinco anos tentou me engravidar à força, usando o sexo como uma algema para me distrair daquela mensagem. Trancada no quarto de hóspedes, investiguei e a verdade me destruiu. "A" não era uma vítima aleatória. Era Angele, a meia-irmã dele. Encontrei fotos onde ele a olhava com uma adoração doentia, segurando a mão dela em camas de hospital, priorizando a "frágil" irmã acima da minha própria vida. Eu era apenas o disfarce de normalidade para o incesto emocional deles. No dia seguinte, em um jantar de família, ele apertou minha cintura com força e anunciou sorrindo para todos: "Estamos tentando ter um bebê." O medo deu lugar a uma fúria gelada. Soltei meu braço do aperto dele, encarei-o diante da família inteira e disparei: "A Angele mandou lembranças, Justino? Ou ela só está checando para ter certeza de que você ainda pertence a ela?" A mesa silenciou. A guerra havia começado.”