o sussurrado e, em um instante, um arrepio per
fugir. Mas ela permanece ali, ereta, silenciosa, ma
ela não permitirá, é
pergunta, a voz tão baixa qu
de, com um sorriso tranquilo, quase cínico, enquanto se
e, a voz mais firme agora, embora o
to, com a frieza de quem dita
rrisos ao redor são apenas máscaras, forçados, te
esde que você se lembre
o tudo
me entrega sua fidelidade e eu mantenho seu irmão inteiro. Não é u
u não co
de, com uma naturalidade perturbadora, como
uase sem perceber, a voz m
o vê sorrir. Não um sorriso comum, mas aquele tipo de expressã
ra, passando os dedos pelo rosto del
ameaça. Vittoria se afasta de imediato, o co
, calculada. - São simbólicas. São úteis. E, acima de
ê é d
moldaram para ser. - Declara, a
im como quem arrasta o passado até
ue conviver com o
abeça para um de seus soldados,
sos calmos em direção a um homem cuja presença sile
ndo a mão com a elegância fria de quem sabe medir poder em silêncio. A voz é c
responde, apertando firmemente a mão dele. - E já que não teremos uma lua de mel, por
sorriso que não alcança os olhos. - Ma
enho muito mais do que ousadia. - Afi
de Giuliano ecoa pelo ja
enzo, atravessando o jardim com os punho
nvolve em um abraço apertado, prendendo-o contra o próprio corpo. - Dio mio, você está bem. -
abraço, os ombros ainda tensos, o olhar cra
quebra a parede que a raiva havia levantado.
liano murmura, ofegante, a voz rouca
entando acalmá-lo, mesmo com o próprio
tom carregado de falsa admiração. - Basta alguém ameaçar arrancar um membro que, d
hares inquietos, como se bu
r segundo, como se o estopim já estivesse aceso, só faltando al
a, afastando-se de Vittoria e avançando mais u
Vincenzo responde, aproximando-se e segurando a mão de Vittoria com teatralidade. -
os olhos varrendo o jardim como se busca
ições rígidas, esculpidas em raiva contida, dizem tudo, não há e
plora, a voz embargada, quase um sussurro entre
ais simbólico que esse casamento tenha sido, eu continuo de luto. Enterrar meu pai e meu irmão. - Pausa, o
u semblante muda. O sorriso retorna, lento, s
áspero. - Continue assim, docemente obediente. E use essa boquinha para me fazer esquecer, nem que seja por alguns m
dispara, a voz firme, apesar do tremor que am
rno tem dono. E nesse inferno, quem dita as regras, sou eu. - Sussur
firmeza e começa a arrastá-la pelo jardim
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