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O Senhor do Caos: Um Casamento Forçado

Capítulo 4 Um belo espetáculo

Palavras: 1230    |    Lançado em: 27/02/2026

o sussurrado e, em um instante, um arrepio per

fugir. Mas ela permanece ali, ereta, silenciosa, ma

ela não permitirá, é

pergunta, a voz tão baixa qu

de, com um sorriso tranquilo, quase cínico, enquanto se

e, a voz mais firme agora, embora o

to, com a frieza de quem dita

rrisos ao redor são apenas máscaras, forçados, te

esde que você se lembre

o tudo

me entrega sua fidelidade e eu mantenho seu irmão inteiro. Não é u

u não co

de, com uma naturalidade perturbadora, como

uase sem perceber, a voz m

o vê sorrir. Não um sorriso comum, mas aquele tipo de expressã

ra, passando os dedos pelo rosto del

ameaça. Vittoria se afasta de imediato, o co

, calculada. - São simbólicas. São úteis. E, acima de

ê é d

moldaram para ser. - Declara, a

im como quem arrasta o passado até

ue conviver com o

abeça para um de seus soldados,

sos calmos em direção a um homem cuja presença sile

ndo a mão com a elegância fria de quem sabe medir poder em silêncio. A voz é c

responde, apertando firmemente a mão dele. - E já que não teremos uma lua de mel, por

sorriso que não alcança os olhos. - Ma

enho muito mais do que ousadia. - Afi

de Giuliano ecoa pelo ja

enzo, atravessando o jardim com os punho

nvolve em um abraço apertado, prendendo-o contra o próprio corpo. - Dio mio, você está bem. -

abraço, os ombros ainda tensos, o olhar cra

quebra a parede que a raiva havia levantado.

liano murmura, ofegante, a voz rouca

entando acalmá-lo, mesmo com o próprio

tom carregado de falsa admiração. - Basta alguém ameaçar arrancar um membro que, d

hares inquietos, como se bu

r segundo, como se o estopim já estivesse aceso, só faltando al

a, afastando-se de Vittoria e avançando mais u

Vincenzo responde, aproximando-se e segurando a mão de Vittoria com teatralidade. -

os olhos varrendo o jardim como se busca

ições rígidas, esculpidas em raiva contida, dizem tudo, não há e

plora, a voz embargada, quase um sussurro entre

ais simbólico que esse casamento tenha sido, eu continuo de luto. Enterrar meu pai e meu irmão. - Pausa, o

u semblante muda. O sorriso retorna, lento, s

áspero. - Continue assim, docemente obediente. E use essa boquinha para me fazer esquecer, nem que seja por alguns m

dispara, a voz firme, apesar do tremor que am

rno tem dono. E nesse inferno, quem dita as regras, sou eu. - Sussur

firmeza e começa a arrastá-la pelo jardim

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O Senhor do Caos: Um Casamento Forçado
O Senhor do Caos: Um Casamento Forçado
“No dia do seu casamento, Vittoria De Angelis foi tirada do altar e forçada a se casar com o inimigo. Vincenzo Lucchese, o herdeiro afastado da máfia siciliana, retornou para vingar a morte do pai e do irmão. Tomou a noiva do rival diante de todos, selando com sangue a nova ordem de poder. Agora, Vittoria é sua esposa. Não por escolha. Mas por punição. Prisioneira de um homem que a ama, mas que agora não confia e não perdoa, ela descobre que fugir dele pode ser ainda mais perigoso do que amá-lo. Porque Vincenzo não quer obediência. Ele quer rendição. Quer vingança. E ela é sua garantia. E nessa guerra silenciosa entre eles, o amor pode ser a arma mais mortal de todas. ⚠️ Aviso de Conteúdo Este livro contém violência, tortura, assassinato, chantagem emocional, linguagem forte e cenas de teor sexual. Recomendado para maiores de 18 anos.”
1 Capítulo 1 Uma aliança poderosa2 Capítulo 2 Um pedaço por dia3 Capítulo 3 Um pacto silencioso4 Capítulo 4 Um belo espetáculo5 Capítulo 5 O sangue derramado6 Capítulo 6 O medo e o desejo7 Capítulo 7 Uma carícia perigosa8 Capítulo 8 Uma provocação letal9 Capítulo 9 Uma rendição silenciosa10 Capítulo 10 A paz foi selada11 Capítulo 11 Plano improvisado12 Capítulo 12 Últimas palavras13 Capítulo 13 Um campo de guerra14 Capítulo 14 O pânico e o caos15 Capítulo 15 O único motivo16 Capítulo 16 O código de ética17 Capítulo 17 Um minuto18 Capítulo 18 O protocolo de despertar19 Capítulo 19 Um recurso limitado20 Capítulo 20 Conter os danos