ndo-se a reagir. O medo pulsa em seus olhos, silencioso e intenso, e
e exposta, não pela lâmina, mas pela maneira como ele
cuando um passo, os olhos cravados nela,
irmeza, recusando-se a ceder qualquer traço de medo
rata, mas com a satisfação silenciosa de quem
ada, demorando-se nas linhas suaves d
a exclusivamente para ele, e prestes a ser reclamada
e os dentes com naturalidade, a postura rela
tamente o efeito que causa e
etó e o joga sobre a poltrona mais próxima
so, leva as mãos à própria c
tões ricocheteando no chão quebram
har preso no dele. Há algo na forma como ele a observa, como
rriso torto que dança nos lábios dele, tu
um leve deslizar, o sorriso ainda cu
e, como se estivesse somente se divertindo, um jogo silen
Já te viu assim? Tão exposta, tão à mercê? - Continua, o olhar escorrendo pelo corpo dela
rvando-se em um sorriso torto, fri
ebate, a voz trêmula, traída pelo
so, mas os olhos fixos nos dele, desafian
e misturando-se no ar entre os dois. - Responda à minha pergunta. - Exige, a voz baixa e firme, carregada de uma autoridade inquestio
ida. - Ele nunca me tocou. - Acrescenta, mantendo o ol
o gosto. - Então está na hora de relembrar até onde sua pele consegue arder, quando não é movida pel
a entre eles, tomando sua boca em um beijo bruto, mais imposiç
e impulso, morde o lábio inferior dele com força, arrancan
estreitados, a respiração densa contra a dela. Um
orte e, sem pressa, leva o dedo até a boca, deslizan
voz baixa, arrastada, perigosam
zo retoma o controle. A lâmina fria volta a desliza
e arrepios, enquanto o corpo de Vittoria reage por ins
, profundo, como se ele soubesse exatamentequase um sussurro preso entre a raiva e o
tada e o calor sob a pele a denunciam. Ela odeia o poder que
so, satisfeito, enquanto continua desli
e tentar se manter firme, sente o corpo reagir, os músculos conlentamente a ponta da faca sobre o tecido, com
r, em uma tentativa desesperad
luntária se mistura ao calo
scendo pela coxa até o tornozelo, de
se tivesse todo o tempo do mund
a, com a outra, remove o salto com a mes
daga, com a voz rouca, enquanto segura o tornozelo dela. - Você fico
língua roçando de leve a pele sensível antes que os lá
o, não irei parar até descobrir qual p
, por favo
z sedosa, como uma carícia quente demais para ser ignor
ma lentidão calculada, roçando a pele s
suavemente pelo dorso do pé dela, traça
o de Vittoria reagir, um arrepio súbito percorre sua espinha eussurra, o tom carregado de provocação. - Mas sua
o pé dela com firmeza e o apoia sobre os joelhos. O olha
na pela sola do pé, mas desta vez, os suficiente para fa
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