cordei em um lugar
indo minhas narinas. Era artificial demais. Abri os olhos com
ar d
bmersa em água gelada. A língua seca, a cabeça latejando nu
ouvi
da... você con
ha
contida, maquiagem perfeita para alguém que deveria estar aflita. Ha
nto foi lento demais, e i
i, testando a voz
boca, emocionada
as a D
rcebi que não es
arede como se fizesse parte da a
do Mon
Como quando a temperatura de um ambiente mud
lugar. Nenhuma concessão ao conforto. Parecia alguém que
orpo, mas pelo peso que carregava. Havia algo nos olhos dele, um misto de t
s, profund
se eu fosse um rel
aproximar. A voz era grave e controlada, e vibrou no meu peito
ssentiu ráp
to horrível.
rrompendo-a com naturalidade. - E o contrato da
tra
no ar como algo que não
seco. Er
rosto a parecerem conf
aiu mais rouca do que e
nclinou im
querida. Ba
eu um pass
ele ocupou t
ez sândalo, misturado a algo que eu não sabia dizer
uma das mãos no encosto da cadeira ao l
om intensidade suficiente para m
á numa clí
carinho, sem emoção
dia do casamento - acrescentou. -
algo e
co
m
ade nem preocupação real, mas também não havia familiaridade. Era com
ação ac
lgo. Que perguntasse algo. Que me chama
s me analisou
o se a
ada - disse à minha mãe. - Não v
desp
to
har pa
com um som baixo, pequeno d
la primeira vez d
gurou mi
ita - sussurrou.
quem ainda tenta se loc
tro, algo t
não era a
. E isso o tor
ndo a névoa dos remédi
ssou, cru e assustador: talvez fosse mai
te de estranhos era uma coisa, mas f
ia mais do
r de um homem que parecia e
erteza se estava
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