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Uma Noite Com Meu Chefe Bilionário

Capítulo 8 8

Palavras: 1389    |    Lançado em: 03/03/2026

ueimasse. Ela encarou a madeira, o c

tava m

ar vibrou

cadeirinha.

ada. Ela jogou o celular no sofá. Ele estava brinca

ara o olho mágico. O

dor por Irving para uma caixa pequena e escura no fundo de sua ment

óculos de sol grandes no metrô. Chegou ao esc

em empoeirados. No início da tarde, ela não pôde mais evitar o inevitável. Precisava entregar

ando, uma mão - dedos longos, um relógio de

se abriram

ent

stava desabotoado, revelando a coluna forte e bronzeada de seu pesc

não parece

ele, apertando o

ra a parede do fundo. -

-la. - O prédio é meu, Ha

Então, de repente, ouviu-se

ando os arquivos. As luzes piscaram e se apagaram.

o quadril batendo

idão os

scou, lançando um brilho sangrent

rando com dificuldade. - M

a voado para fora quando ela caiu. Ela

ma teia de aranha de rachaduras obscureci

la chorou, tocando a

ado ao lado dela.

em seus olhos. - A evidência! Eu tinha as capt

do completamente a dela, parando seus toques fr

us olhos parecerem negros. - Estou bem. Mas

lcanhares. Olhou ao redor do pequeno espaço fechado

o foi brusco. Pressionou o botão

- disse ele. Sua

mão com tanta força que seus nós dos dedos estava

bem? - ela

- ele responde

peça sob medida de lã italiana -

ordenou. - Vai

paletó. - Você

te-se

zra sentou-se ao lado dela, estendendo suas longas pern

ça para trás contra a parede de metal

fóbico - Hali per

os olhos. - Não

Você est

os dentes cerrados. - Apenas.

e. O CEO invencíve

organizado. Falou sobre a máquina de café do 12º andar que sempre

enas quarenta minutos. A respiração de Ezra lentamente se acalmo

cima. O alçapão no teto se abriu. Um fei

manutenção. Temos um

u para Hali. Seu olhar era in

primeiro

as mãos a ela. Entrelaçou o

minhas mãos

tou. - Su

ça i

orça a surpreendendo. Ela se esticou e agarrou a borda da

ine do elevador, e depois pa

ou para aj

ar a perna pela borda, su

o e gutural de dor, e

o seg

parede de concreto do poço de manutenção. O rosto de Ezra

- Hali sussurr

ncostou na parede, recusando-se a colocar pe

- ele disse

dele. Através do tecido da calça, não conseguia ver n

isse o cara da manutenção. - Os

um lance para cima até o 40º and

a passou por baixo do braço dele,

queria afastá-la, manter sua im

peso se acomo

o - ele s

lentamente. Passo. Respi

i perguntou baixinho

isse Ezra, com a voz t

vislumbrou seu tornozelo. A pele era retorcida, marcada por relevos irregulares e f

estava lá, com uma expressão o mais

u para a frente, pegan

se e afastando os dois. Ele ajeitou a c

denou Ezra, sem olhar para Hali. - O último model

eciso... -

ente de trabalho - Ezra

critório particular naquele and

ão doendo. Não por seu celular quebrado. Mas p

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Uma Noite Com Meu Chefe Bilionário
Uma Noite Com Meu Chefe Bilionário
“Acordei com uma ressaca brutal em lençóis de seda que custavam mais que meu salário anual. Ao meu lado, dormia Esdras Poda, o CEO intocável da empresa e meu chefe. O pânico foi imediato. Pensei que minha carreira tinha acabado ali. Mas quando ele acordou, frio e calculista, não me demitiu. Ele me estendeu um contrato. "Precisamos nos casar", disse ele, como se discutisse uma fusão empresarial. "Um escândalo derruba as ações. Um romance avassalador as estabiliza." Recusei imediatamente. Eu tinha namorado. Irvim, um diretor criativo por quem eu me anulava há três anos, editando seus portfólios nas sombras enquanto ele levava o crédito. Mas a lealdade que eu defendia era uma farsa. Descobri que enquanto eu me torturava de culpa, Irvim mentia para mim. O rastreador do celular dele não indicava o escritório, mas o apartamento de Lia, minha suposta melhor amiga. Eles estavam juntos. Irvim, que dizia que assumir nosso namoro "complicava sua marca", não tinha problemas em desfilar com ela. Eu era apenas a assistente invisível, útil e descartável. A raiva substituiu o medo. Esdras Poda, o predador corporativo, estava me oferecendo a única coisa que Irvim nunca me deu: valor. E uma arma para destruir quem me humilhou. Aceitei o acordo. Naquela noite, desci do Maybach preto usando um vestido de seda verde esmeralda, de braços dados com o homem mais poderoso de Manhattan. Diante dos flashes das câmeras e do olhar aterrorizado de Irvim e Lia no canto do salão, Esdras apertou minha cintura e sussurrou: "Hora do show, Sra. Poda. Vamos queimar o mundo deles."”