ueimasse. Ela encarou a madeira, o c
tava m
ar vibrou
cadeirinha.
ada. Ela jogou o celular no sofá. Ele estava brinca
ara o olho mágico. O
dor por Irving para uma caixa pequena e escura no fundo de sua ment
óculos de sol grandes no metrô. Chegou ao esc
em empoeirados. No início da tarde, ela não pôde mais evitar o inevitável. Precisava entregar
ando, uma mão - dedos longos, um relógio de
se abriram
ent
stava desabotoado, revelando a coluna forte e bronzeada de seu pesc
não parece
ele, apertando o
ra a parede do fundo. -
-la. - O prédio é meu, Ha
Então, de repente, ouviu-se
ando os arquivos. As luzes piscaram e se apagaram.
o quadril batendoidão os
scou, lançando um brilho sangrent
rando com dificuldade. - M
a voado para fora quando ela caiu. Ela
ma teia de aranha de rachaduras obscureci
la chorou, tocando a
ado ao lado dela.
em seus olhos. - A evidência! Eu tinha as capt
do completamente a dela, parando seus toques fr
us olhos parecerem negros. - Estou bem. Mas
lcanhares. Olhou ao redor do pequeno espaço fechado
o foi brusco. Pressionou o botão
- disse ele. Sua
mão com tanta força que seus nós dos dedos estava
bem? - ela
- ele responde
peça sob medida de lã italiana -ordenou. - Vai
paletó. - Você
te-se
zra sentou-se ao lado dela, estendendo suas longas pern
ça para trás contra a parede de metal
fóbico - Hali per
os olhos. - Não
Você est
os dentes cerrados. - Apenas.
e. O CEO invencíve
organizado. Falou sobre a máquina de café do 12º andar que sempre
enas quarenta minutos. A respiração de Ezra lentamente se acalmo
cima. O alçapão no teto se abriu. Um fei
manutenção. Temos um
u para Hali. Seu olhar era in
primeiro
as mãos a ela. Entrelaçou o
minhas mãos
tou. - Su
ça i
orça a surpreendendo. Ela se esticou e agarrou a borda da
ine do elevador, e depois pa
ou para aj
ar a perna pela borda, su
o e gutural de dor, e
o seg
parede de concreto do poço de manutenção. O rosto de Ezra
- Hali sussurr
ncostou na parede, recusando-se a colocar pe
- ele disse
dele. Através do tecido da calça, não conseguia ver n
isse o cara da manutenção. - Os
um lance para cima até o 40º and
a passou por baixo do braço dele,
queria afastá-la, manter sua im
peso se acomo
o - ele s
lentamente. Passo. Respi
i perguntou baixinho
isse Ezra, com a voz t
vislumbrou seu tornozelo. A pele era retorcida, marcada por relevos irregulares e f
estava lá, com uma expressão o mais
u para a frente, pegan
se e afastando os dois. Ele ajeitou a c
denou Ezra, sem olhar para Hali. - O último model
eciso... -
ente de trabalho - Ezra
critório particular naquele and
ão doendo. Não por seu celular quebrado. Mas p
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