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Uma Babá para o Chefe

Capítulo 2 2

Palavras: 2474    |    Lançado em: 05/03/2026

osicionados nas respectivas saídas, vigiando para que tudo

eu melhor amigo, alguém que ia com ele a todos os lugares, não i

a Vasily sem antes

aiu para levar umas cervejas à sua mesa; para ela, e

a peculiar beleza daquela mulher; certamente e

ofereceu a Vasily; este a olhou com olhos frios, enquanto Vincent a devorava com o olhar, consciente da beleza qu

se saciar um pouco enquanto passava o tempo, aliviar a pressão que se formava em seu pênis enquanto pensava nela. - Está muito cheio. - Olhou para o traseiro de uma loira que passava, ao mesmo tempo ergueu a mão para a garçonete de ante

o de Vasily; era um russo muito ruim, como se estivesse recém

inocente, quase angelical, aqueles lábios rosados e seus belos olhos castanhos, mas preferia admirar seu traseiro; isso era

onete pudesse ir embora e sair das garras de Vincent, que a espr

dela? - murmurou com os dentes a

que olhar para o tr

acho que você não tem olhos para ver as mulh

mites. Tampouco lhe custava um grande esforço. Não era

s que meter uma puta na minha ca

Primeira vez que a

levantou e

e se tratava de negócios. E os negócios sempre vinham em primeiro lugar; não andava pela vida olhando

em seu cassino e sem querer pagá-la; avisou-lhe que não podia ter uma dívida que não poderia pagar, mas

ubiu demais e depo

e Vasily o hav

com as outras cervejas, mas ao ver aquele homem que recém chegava

acontecido; a garçonete tentou voltar ao balcão para buscar al

-a, que a mulher chocou com a mesa e l

com os guarda-costas de Vasily e Vincent

hos, sem ser consciente do que acontecia o

chefe da Bratva

tado abusar dela, o mesmo que maltratou de muitas formas sua mãe e até a ameaçou de fazer-lhe dano, para que sua

assustada que naquele momento, estando de novo frente a seu padrast

epois de meses fugindo com desespero por não ter o dinheiro do Pakhan; tendo a maravilhosa casualidade de se e

eus homens, de quem não sairia vivo a menos

o longo de seu braço direito, já que havia caído sobre um dos cristais dos copos quebrado

não o deixaram se aproximar nem um centímetro, pressionando seu

eu olhar frio sobre o homem que haviam

um simples ancião havia logrado se ocultar durante todo esse tempo? - Suponho que a quantidade que me deve não cabe no seu bolso, não é? - De i

como Vincent tirava sua camiseta para cobrir a f

a cerveja sobre ele. Mas talvez para quando chegasse

chutou sua cara, lançando-o contra o pavimento; segurou o pescoço de su

sem que a pequena Roxana se acostumasse a nenhuma delas, pois o espanhol dos demais era muito ruim e a menina havia decidido não falar. E não sabia nada de rus

eco sem saída com a s

que era impossível se comunicar com sua filh

gou, aferrando-se

de vida contados. - Não há maneira de que tire dos seus bolsos o dinheiro que me deve. E sabe bem que gosto de jogos, mas você joga fatal. - Tirou um len

entiu esse nó em sua garganta, assim como a morte estando muito perto dele, quase levando

saparecer alguém como você. Lixo humano. Sua vida pode ser melhor sem você. - Não lhe interessava

sse com sangue o que não podia pagar com dinheiro, ent

ou; só restav

via deixado a jaqueta den

curso. Vasily se virou irritado, não podendo entender como a Daniel pas

vê cara de degenerado? - mais que irritado, sacou

nha filha, minha enteada. Pegue-a, até que quite minha dívida. Use-a, faça o que achar propício com

e sua atitude ao fato de que ela se encontrou com seu padrasto. Aquele homem à beira da morte era o padrasto da garçonete que estava dentro com Vi

do curando a ferida de Nerea. Era todo um Don Juan, isso não se

deles, observ

ra que aquele homem era o próprio Vasily Ivan

evido a molhar a

, inclinando a cabeça. Não tinha ideia de como devia se dirigir a ele de forma correta e sem que parecesse uma ofen

Nerea Pér

uando ela era a primeira vez que o via. A conhecia de algum lugar?

sou - c

u padrasto? D

com minha mãe antes

tos an

os vinte h

uns

lo não sabia, mas o havia deduzido co

senhor

alaria bem seu idioma e poderiam se dar bem. Mas o melhor de tu

o andava bem e que todas aquelas perguntas que ele lhe fez

bochecha por sua maneira torta de sorrir. Mas era um sorriso frio, se

ou uma mecha de seu cabelo e capturou a lágrima que sulcava sua bochecha. Olhou os olhos vidrados da jovem, notando

ente do que isso significava. Ou o

efe da máfia? Ser

aquele momento não

m seus homens; fez um sinal a M

eroso da resposta. - Me dará mais tempo para

quitada. Não vol

e desfazer do que lhe pertencia. Da

era o p

s pelo rosto e mord

r uma dívida? Em que eu estava me metendo?» Penso

sa... Era tão estran

tendo o nariz e

a, mas já não havia marcha a

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Uma Babá para o Chefe
Uma Babá para o Chefe
“Uma dívida. Uma babá. Dois chefes. Para Nerea, escapar de seu padrasto foi a coisa mais importante que já fez. Finalmente estava livre daquele homem que queria se aproveitar dela. Mas ela nunca imaginou que poderia cair em problemas ainda piores... justamente por causa dele. Viciado em jogos e cheio de dívidas, seu padrasto decide oferecê-la como pagamento para saldar o enorme valor que deve. Para sua sorte, ou talvez azar, o chefe da máfia decide mantê-la como babá de sua filha. O problema é que Nerea não foi entregue apenas a um Pakhan. Agora ela terá que dividir sua vida entre dois poderosos chefes da máfia russa, cada um reclamando sua parte da dívida. Eles vão lutar por ela... ou vão deixá-la ir?”
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