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Uma Babá para o Chefe

Capítulo 5 5

Palavras: 1573    |    Lançado em: 05/03/2026

ncerteza que a angustiava, sentindo que havia feito algo muito ruim a

zer exatamente o contrário daquilo? Foi o que Vincent lhe d

porou de um salto, deixando as mãos sobre o peito

u-se em seu ombro, derramando um par de lágrimas. Sentia-se alivia

- perguntou ele. Ela soltou um

que era sua babá. Não fiz nada. Não queria que isso acontecesse, mas ele disse que seria assim e não

e com respeito -

ov me disse que agora

le disse isso. - A menos que demonstre que é uma má babá, que não se dará bem com sua filha.

a ter a certeza de que Vincent ia levá-la a um lugar m

iamente. Um lugar onde n

ent, que aquele era um mau lugar e Vasily não coo

paciente; farei tudo o que estiver em minhas mãos. Farei co

la e quase se aproximou para beijá-la, mas Aisha

mediatamente para nã

senhor me pediu que expli

a a porta; dedicou um sorriso a

i sair daqui.»

daquelas semanas; sabia tudo aquilo de cor, pois já o havia repetido mais de dez vezes e nenhuma durava temp

ia aguentar um pouco mais, pela óbv

mbora. - Não pode ficar vagando pela casa; seu espaço

Nerea para estar a par de onde poderia

péssimo. A prioridade é que ela aprenda russo; não pode estar aqui sem saber se comunicar com ninguém e é a filha do Pakh

nho que ser com ela? - Aisha semicerrrou os olhos. - Me refiro, tenho que dar-lhe tudo, ceder ou pôr condições e não mimá-la. O que

mendo que a faça forte e não uma menina mimada e caprichosa ou lhe irá mal neste lugar, nesta vida. Aqui os fra

o, sem saber como to

nina; precisa

meu padrasto pagou uma dívida comigo e fui entregue ao Pakhan. Mas há algo que me angustia. Se é ser babá, não vejo nada mau no trabalho; me inquieta que ele ou outro homem peça meu corpo para ter

as vezes por semana quando mais frustrado se sentia, mas na maioria das ocasiões não tinham sexo; deitava-se na cama enquanto ela dançava para ele, e nada mais. Aisha olhava para Nerea, sabendo que com quem único seu corpo corria perigo era com Vincent. Além disso, uma menina assustada e magricela não era nem de per

o; seu plano era não confiar em ninguém, mas estava confiando em Vi

.

ivo. É um homem que construiu seu império sobre pilares de temor e lealdade; seu rosto conhecido só por aqueles que nunca poderiam viver para contar sua his

troduziu uma variável desconhecida em sua calculada ex

ete enquanto se dirige ao quarto de sua filha. A porta range leveme

me placidamente, alheia às tormentas que

» Pensa ao olhá-

e morte e selou pactos sob a mesa, se posa sobre a maçaneta e a gira co

ta de maneira difer

rosto um enigma sereno. Ele se move com sigilo; cada passo um cálculo; cada movimento uma decisão ponderada. Ao aproximar-

ra estou

por anos de poder, toca a bochecha de Nerea. O contato é fugaz, pois ela se move; um simples gesto que o faz retrair-se.

Nerea. A imagem da babá, seu rosto pacífico e desconhecido, s

ta uma intranquilidade que não provém do peri

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Uma Babá para o Chefe
Uma Babá para o Chefe
“Uma dívida. Uma babá. Dois chefes. Para Nerea, escapar de seu padrasto foi a coisa mais importante que já fez. Finalmente estava livre daquele homem que queria se aproveitar dela. Mas ela nunca imaginou que poderia cair em problemas ainda piores... justamente por causa dele. Viciado em jogos e cheio de dívidas, seu padrasto decide oferecê-la como pagamento para saldar o enorme valor que deve. Para sua sorte, ou talvez azar, o chefe da máfia decide mantê-la como babá de sua filha. O problema é que Nerea não foi entregue apenas a um Pakhan. Agora ela terá que dividir sua vida entre dois poderosos chefes da máfia russa, cada um reclamando sua parte da dívida. Eles vão lutar por ela... ou vão deixá-la ir?”