“Meu marido, Heitor Almeida, só me toca quando está bêbado demais para lembrar que me odeia com todas as forças. Por três anos, ele me culpou pela morte de seu verdadeiro amor, Isabela. Ontem, ele trouxe para casa uma mulher que fez uma cirurgia plástica para ficar exatamente igual a ela. Então, meus próprios filhos gêmeos pararam na minha frente e me mandaram ir embora. "Papai trouxe nossa nova mamãe pra casa", eles disseram. "Você tem que ir embora agora." A mulher, minha irmã adotiva Gigi, cortou deliberadamente a própria perna com uma faca e me culpou por isso. Quando Heitor a viu sangrando, ele não hesitou. Ele me empurrou para o chão. Mais tarde, a irmã dele, Isadora, me deu um tapa, com os olhos queimando de ódio. "Fui eu que disse a todos que você matou a Isabela", ela sussurrou com veneno. "E vou continuar dizendo." Meus filhos, meu marido, meus sogros - todos eles escolheram a mulher que usava o rosto de uma morta em vez de mim. O amor que eu guardei por tanto tempo finalmente se foi. Naquela noite, ele me encurralou no meu quarto, rasgou o vestido do meu corpo e me chamou de suja. Ele pensou que eu iria desmoronar. Em vez disso, voltei para a sala de estar, peguei os papéis do divórcio que eu já tinha preparado e joguei bem na cara dele.”