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Tarde Demais Para Arrependimento: A Fugitiva do Rei da Máfia

Capítulo 3 

Palavras: 825    |    Lançado em: Hoje às 13:02

al gotejavam diamantes, espe

ano em que as cinco famílias fingiam ser civilizadas. O a

a um estranho, poderia parecer possessivo, até protetor. Para mim, pare

inclinando-se para o meu ouvid

osto. Parecia tenso, que

u* sorrin

ntura - mais forte.

ulheres me olhavam com uma mistura de inveja e pena. Elas

olado: bonita de se ve

de Dante, aproximou-se de nós, segur

ho tinto. "Nós a encontramos. A cápsula do tempo

adição - prova de que antes de se tornarem

, algué

a entediado,

s: um canivete, uma garrafa de uísque barat

a!", Marco gritou, bê

ncio. Até o nome del

rco leu, rindo. "Ela quer uma mansão no Mor

dos nós sabíamos que ela acabou com um Capo que morr

etti!", Marco tirou um pedaço

o aquele bilhete. Eu tinha dezoito an

o Don rus

ou o papel. E

ante me olhe da mesma forma que olha para o nascer d

io foi a

nerabilidade crua e nua em

scoço. Encarei o chão, incapaz

u lado. Eu podia sentir

co e olhou para ele - minha cal

es, ele realmente *me viu*. Havia choque em

e começou, s

eu celul

ou o moment

norou. Ele nun

. "Sofia",

egundos. Seu rosto e

", ele

u e se viro

e a pegaram. Eles estão com

. Soldados corriam, puxando

irou para

", sus

e olhou para

", eu diss

atético. Eu estava pedindo para ele me

a porta. Depois

em perig

orrendo aqu

nou. "Não se mova. A s

mara de sua arma.

orreu para fora

vi correr em direção

da por olhares fixos. A esposa que esperava

protegida. Eu

de ele havia deixado m

a. O ar da noite

bandeja de prata na mesa

Segurei o canto

nrolarem em cinzas. *Dant

so, que

chamas cair em um

", sussurrei

as eram para pessoas

nada além da ver

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Tarde Demais Para Arrependimento: A Fugitiva do Rei da Máfia
Tarde Demais Para Arrependimento: A Fugitiva do Rei da Máfia
“Eu vi meu marido, o Don mais temido de São Paulo, assinar o fim do nosso casamento com a mesma indiferença glacial que ele normalmente reservava para ordenar uma execução. A ponta da sua caneta Montblanc arranhava o papel, um som que abafava a chuva batendo na janela da cafeteria. Ele não se deu ao trabalho de ler uma única palavra. Ele achava que estava assinando manifestos de transporte de rotina para os negócios da família. Na verdade, ele estava assinando os papéis de "Dissolução de União" que eu havia escondido sob a folha de rosto. Ele estava distraído demais para verificar. Seus olhos estavam grudados em seu celular criptografado, digitando freneticamente para Sofia - a viúva, a beleza trágica, a mulher que assombrava nosso casamento há três anos. "Pronto", ele resmungou, jogando a pilha de papéis em seu SUV blindado sem sequer olhar para mim. "Negócio fechado, Helena. Vamos embora." Momentos depois, o celular dele tocou com o toque especial de emergência dela. Sua postura mudou de chefe frio para protetor frenético instantaneamente. "Motorista, desvie. Ela precisa de mim", ele rugiu. Ele me olhou com zero afeto e ordenou: "Saia, Helena. O Luca te leva para casa." Ele me chutou para fora do carro na chuva torrencial para correr para sua amante, completamente inconsciente de que acabara de me conceder legalmente a minha liberdade. Eu fiquei na calçada, tremendo, mas sorrindo pela primeira vez em anos. Quando o Don perceber que acabou de assinar o próprio divórcio, eu serei um fantasma em Florianópolis. E ele não terá nada além de seus registros de carga e seu arrependimento.”
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