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Tarde Demais Para Arrependimento: A Fugitiva do Rei da Máfia

Capítulo 6 

Palavras: 813    |    Lançado em: Hoje às 13:02

sta de Hele

us ombros, infiltrando-se pelo tecido f

uei an

as, um som rítmico que marca

as na minha frente, espectros branc

sala. Não podia vê-lo servir a bebida dela. Não podia vê-lo entregar o compr

stalou atr

levasse. Seria uma morte mais limpa do q

len

o. Não era um anim

subindo até minhas panturrilhas. Meu pé

has palmas enquan

inha cintura antes que

a um peito que pa

gritou. Ele estava sem f

ismos escuros de pânico. Ele tirou o casaco e o

os estavam me verificando em busca de ferimentos.

segundo, o monstro se foi. Havia apenas um

ir, Dante"

le disse

le me segurou perto do pei

a patética. Deixei-me fingir, pelo tempo de uma caminhad

da linha

ana se derramar

tou seu ap

urmurou em meu cabelo

a se abriu c

não usava casaco. Est

voz era estridente, perf

graus. Ela tropeçou, cain

ê me deixou sozinha lá dentro! Eu ouv

stava atuando. Era uma perf

em seus braços. Depois olhou para ela,

nele mudo

mim. Seus olhos

ficar de pé?"

erou por um

esmente m

no chão. Meus joelhos dobra

qui", el

e passou por mim como s

a ele, envolvendo as pernas em sua cin

edo, Dante!

le prometeu a e

ão ao carro. Ele gritou

os levá-la para a clíni

rugiu pa

saco que ele me deu esc

co do passageiro. Eu o observe

olhou pa

i o guincho dos pneus no gelo. Depois um ba

s começara

gritou. "O Chefe

ança me

disse, sua voz cheia de p

segundo carro. Seguimos a am

a sala d

o. Ele tinha um corte na testa, san

itando com um

eurologista! Agora!

. Eu estava molhada. Eu estava treme

surravam per

a superou",

s uma formalidade

hei os

a. Eu não era nem me

ma assombrando m

as não se

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Tarde Demais Para Arrependimento: A Fugitiva do Rei da Máfia
Tarde Demais Para Arrependimento: A Fugitiva do Rei da Máfia
“Eu vi meu marido, o Don mais temido de São Paulo, assinar o fim do nosso casamento com a mesma indiferença glacial que ele normalmente reservava para ordenar uma execução. A ponta da sua caneta Montblanc arranhava o papel, um som que abafava a chuva batendo na janela da cafeteria. Ele não se deu ao trabalho de ler uma única palavra. Ele achava que estava assinando manifestos de transporte de rotina para os negócios da família. Na verdade, ele estava assinando os papéis de "Dissolução de União" que eu havia escondido sob a folha de rosto. Ele estava distraído demais para verificar. Seus olhos estavam grudados em seu celular criptografado, digitando freneticamente para Sofia - a viúva, a beleza trágica, a mulher que assombrava nosso casamento há três anos. "Pronto", ele resmungou, jogando a pilha de papéis em seu SUV blindado sem sequer olhar para mim. "Negócio fechado, Helena. Vamos embora." Momentos depois, o celular dele tocou com o toque especial de emergência dela. Sua postura mudou de chefe frio para protetor frenético instantaneamente. "Motorista, desvie. Ela precisa de mim", ele rugiu. Ele me olhou com zero afeto e ordenou: "Saia, Helena. O Luca te leva para casa." Ele me chutou para fora do carro na chuva torrencial para correr para sua amante, completamente inconsciente de que acabara de me conceder legalmente a minha liberdade. Eu fiquei na calçada, tremendo, mas sorrindo pela primeira vez em anos. Quando o Don perceber que acabou de assinar o próprio divórcio, eu serei um fantasma em Florianópolis. E ele não terá nada além de seus registros de carga e seu arrependimento.”
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