havia confiscado as chaves do carro e instruído a eq
ando a chuva fustigar o vidro. O céu
s. Para a noite em que sua vida
nte como agora. Sua mãe, Ginga, estava ao
latório policial. Kairós lembrava-se dos fr
o im
ia Raiz esmagado contra a barreira. Lembrava-se de um Zelo adolescente par
com Kairós. O ódio em seu olhar a q
rta a trouxe de
um sanduíche frio. Ela o colocou no chão sem dize
, mas a náusea da quimioterapia estava aumentan
e baixo. A risada de uma mul
u
porta e pressionou o o
to aqui - dizia Aura. - Glória teri
deu Zelo. A voz dele era suave. Um
ava usando uma máscara, interpretando o papel da socialite p
perguntou Aura. A voz dela caiu
- diss
Zelo. Você conhece Ginga... t
ue se seguiu
vo - disse Zelo friamente. - Ele é a única ra
até atingir o chão. Ela pux
no bolso. Era uma
s. Paguei três dias do meu bolso. Não poss
rou a tela.
uxou uma mala escondida. Dentro do for
e secreta. Sua arte. E, o mais importante, seu fundo de emergência não decl
ckear o dinheiro, v
o laptop.
queado. A equipe de TI de Zelo havia col
que sair.
ou até que a casa ficasse quieta. Abriu a janela. Era uma q
charcou instantaneamente
. Uma dor aguda e dilacerante disparava em seu abdômen
e o desespero a im
e correu em direção
Holofotes se acen
s con
e segurava uma taça de vinho tinto. P
gritou ele. - Ou apenas
tegeu os o
so ver
se dela lentamente. A chuva colava o cabelo
esta casa sem a
rata no pescoço dela. Era o medalhão de sua
cuspiu Zelo. - Isso nã
A corrente
o sob os holofotes fortes, e desapareceu na e
não se importava
caindo de joelhos e cavando atra
vou, a expre
murou ele, e vol
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