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Onde O Sol Se Perde

Capítulo 4 Aqueles Que Caminham

Palavras: 1400    |    Lançado em: 23/03/2026

imentos e a respiração acelerarem levemente, uma p

s. A verdade é que ele também odiava o escuro. Quando criança, apenas o pensamento de estar em escuridão total era suficiente para deixá-lo

da noit

seu lado. Falar em voz alta em

a ainda existia, mesmo que não fosse noite

ceu qu

algo está

uvidos, porém não escutou nada. O aperto em sua mão ficou cada ve

uém conseguiria se mover em escuridão total sem fazer

o dem

passos pareciam leves, mas rápidos, o suficiente para faze

ficar o som, mas a única conclusão a que chego

elmente um an

lembrar de um animal

m silêncio

fol

pas

grave

e respirar. Talvez o animal, qualquer q

a. O barulho de impacto de algo batendo na casca da árvore e um

rorizou não foi a

o ali, ao lado da própria cabeça, ele n

fez todos os pelos de

O-o

a, surgiu ao seu lado. Elías não co

a gente tem que fa

tindo as pernas fraquejando, percebia a roupa grudando nas costas, contra a

a e Elías. O que acreditava ser o longo braço da criat

atura em sua direção quand

vivemos ao ataque lá atrás.

e o ar ao redor se tornar mais pesado, el

s, fazendo com que ela recuasse e batesse a

a face a face com a criatura, b

anc

ia

retornasse aos poucos e fosse possível dist

e seu rosto e o do ser, ela percebeu que

lid

anc

s aberturas finas e retas para os olhos. Apesa

inha da

orver a pouca luz emitida à força. A criatura vestia alguns retalho

eenchida com palha. Algumas fibras e

o era a anatomi

e mais de duas cabeças mais alta que Elías, sua única referência

eram extremamente longo

o que se presumiam ser os joelhos ligeirame

ou a encarar a máscara, sustentando o olhar com confiança

ntimidante, ela não se

imou ainda mais, qua

o e se lembrou de que ele estava ali. P

sviou o

situação se prolongou, até que a cria

e, com um impulso, ergueu-se

aços longos o suficiente para alcançar os jo

um momento antes de estender um

guar

parecia completamente entorpecido. Com a

se ao lado dela e

ficiente para que os três conseguissem se enxergar,

hos e rochas como crianças rec

e recuperassem o equilíbrio antes de contin

corpo e de seus acompanhantes, ela ainda conseguia sent

estivessem se f

criatur

como se agarrasse algo in

o sendo afastado, uma p

e tão próximas umas das outras que, se estivessem a

depois de tanto tempo fez Elías querer c

ão, ele não conseg

rou para a

inclinava a cabeça para o lado, como

ro que a unia a Elías, começou a tirar a túnica externa

alças simples, sentiu o ar da noite penetra

a e a cinta de c

ar da próxima vez, vou traz

oferenda, estendeu as

pegar os tecidos. Então acenou com a cabeça uma única

a a cena, já não sab

ando decidir se ela era um am

ito interno de seu acompanhante, começou a caminhar

strada iluminada hav

do que o normal. Porém estes não eram tochas, m

xternas das casas, em postes de madeira e no chão, ao

e nosso problema de e

r, apesar de não se sen

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Onde O Sol Se Perde
Onde O Sol Se Perde
“Em meio a uma guerra que já dura vinte e cinco anos, uma jovem desperta sozinha em um campo de batalha sem lembrar quem é, de onde veio ou como chegou ali. Ela veste as roupas de uma sacerdotisa, mas não parece saber o que isso significa. É Elías quem acaba assumindo a responsabilidade de levá-la até um templo, na esperança de que os registros dos sacerdotes possam revelar sua identidade e, talvez, conduzi-la de volta para casa. O que deveria ser apenas uma viagem até a próxima cidade acaba se transformando em uma longa jornada por um mundo marcado pela guerra, pela superstição e por coisas que nem sempre podem ser explicadas. Conforme os dias passam, os dois começam a aprender um sobre o outro. Ela, que parece estar descobrindo o mundo pela primeira vez, aprende aos poucos sobre as pessoas, seus costumes e seus sentimentos. Elías, inicialmente convencido de que só está cumprindo uma promessa, passa a se preocupar cada vez mais com aquela estranha companheira de viagem. Entre noites compartilhadas, pequenas conversas, silêncios e situações cotidianas, a relação entre eles vai mudando sem que nenhum dos dois saiba exatamente quando aconteceu. A jornada, então, deixa de ser apenas uma busca por seu passado. Torna-se também uma descoberta de quem ela é , e do vínculo que lentamente se forma entre duas pessoas que, em circunstâncias normais, talvez jamais tivessem se encontrado. Uma fantasia de mistério, descoberta e romance de construção lenta, em que o relacionamento dos protagonistas se desenvolve aos poucos, através da convivência, da confiança e dos pequenos momentos compartilhados, enquanto o passado da garota permanece como uma pergunta que os acompanha por toda a jornada.”