icon 0
icon Loja
rightIcon
icon Histórico
rightIcon
icon Sair
rightIcon
icon Baixar App
rightIcon

Onde O Sol Se Perde

Capítulo 7 Capitulo 07 - O Ofício dos Vivos

Palavras: 1473    |    Lançado em: 04/08/2026

ceu com um colchão um dia, dizendo que ele mesmo trançou a palha, apesar de não ter feito isso à vista de ninguém da casa. Todos comi

ção das lanternas naquele dia. Para o que não estivesse encarregado do artesanato, como Elías ou ela, as tarefas variavam. Eles não for

o braçal e o exilaram de volta para o trabalho interno da vila. Surpreendentemente, a nova descoberta foi que Elías era bom com manualidades,

estava bem, a primeira vez que tentou levantar um cesto com roupas para ajudar Calla a carr

cabelos de corvo ainda não se recu

nor, enquanto a mais velha carregava o cesto para

bservar a gen

de seguir com su

ela ob

s jovens colhiam o que restou da colheita de outono. Às vezes, Arum também participava do trançado dos cestos de vime ou palha. Fazia chapéus e atiçadores. Ele nunca falava muito, lhe mostrava calmamente como fazer o padrão e os nós nos lugares certos. Ele era bom. As peças que fazia eram melhores do que as das artesãs

ila, sem nunca se envolver diretamente, sem nunca ser permitida

O dano é muito maior do que apare

s, ela levantava todos os dias,

lagre d

repetia a c

continuou

lado esperando melancolicamente a carta do noivo que foi alistado. Dia

da manhã. Cereus corria e se agarrava às pernas de qualquer um que estivesse ocupado. Arum se encarregava de

levando nenhum dos argumentos apresentados ao pé da letra, mas alimentando Elías com crenças cada vez mais extremistas até que ele saísse correndo da sala. Muitas vezes, ela esperava a porta fechar antes de cair

s e garantir que as portas e janelas estivessem devidamente trancadas e, c

le deixava escorrer durante o dia com suas infinitas ocupações retornava logo antes do sono. Ele andava de um lado ao outro no quarto, os pés e as mãos inquietos, reordenando o colchão e os cobertores v

porém, foi

ei o qu

o uma co

or, eu tenho que ir, suponho que

uma vez, jogando a cabeça pa

e Calla insistiam em manter a porta do quarto aberta, e

entia mais com

podia ser fechada agora, mas ele sentia que era responsável por vigiar o que a

car mais expressivos. Ela ainda não falava muito e, quando falava, ainda tinha aquele tom seco e

ava uma lon

todas as manhãs. Parecia um pequeno costume

eça, como se nunca tivesse

ficaria? Eu n

estupefato. El

não que

se eu ficar aqui, nunca vo

de ser

o é? Vamos começar por ali. Aqui está bem, mas sint

soas, nas últimas duas déca

escutou a cama ranger. Espiou e viu que ela havia

ê? Quer

le sentia que, se ele era um cachorro, ela era mais como uma coruja. Se p

preci

r dela e voltou pa

esponsabilidades da vida comum e rotineira para assumir as responsabilidades de uma vida incerta e perigosa. M

e ter voltado a deitar de costas. Se ele se concentra

tão

ma decisão sobre com qual pé sair da cam

falar com a C

m. A

ão conseguira

a passou de novo, e eles ainda não conse

lías não con

encarando as costas dele, espera

Reclame seu bônus no App

Abrir
Onde O Sol Se Perde
Onde O Sol Se Perde
“Ao nascer de sua consciência, tudo que ela conhece é a escuridão. Até que uma luz surge, acariciando sua alma e sussurrando promessas de algo que ainda não chegou. "Estou esperando." Transportada para um mundo de beleza e destruição, ela sente que perdeu algo essencial, algo que precisa encontrar, mesmo sem saber exatamente o quê. A única solução é continuar caminhando, seguindo fragmentos de luz que podem guiá-la, ou perdê-la para sempre. Uma história de fantasia e mistério, onde cada passo revela segredos do mundo... e dela mesma.”