promessas. Ana ficou , não porque se apaixonou de repente, mas porque, pela
ço, não perguntou "e agora?". Apenas continuou sendo quem era: u
coisas pequenas, qua
megante esperando por ela na mesa. Ao lado, um prato com pão de queijo fresco, daqueles
eclamar - disse Pedro, sem olhar par
u um pãozinho quent
próxima vez col
o, o primeiro que ela
not
o pegara fundo. Ana estava na varanda lendo um livro velho que encontrou n
la, já pegando a caixa
ozinha. Ana limpou o corte com cuidado, os dedos leve
o em se cuidar
ca pr
ra pr
fazia o curativo. Quando terminou, Ana ergueu os olhos e encontro
disse ele,
, desconfortável
quero ter que limpar sa
ir, encontrou um copo d'água fresco na mesin
nta seca d
no
lhete na gaveta,
ram de tom. Viraram brincadeira
hã, servindo café para os dois.-Do
u sério
ação - Ontem mesmo quando passei pelo corredor,
rou le
ra
mag
um riso curto
erros sem machucar, como identificar planta venenosa no pasto, como consertar cerca sem rasgar a mão. Ana aprendia rápid
vez, enquanto os dois sentavam na sombr
una... Quando q
la, olhando para o horizonte. - À
ta. Eu fico junto
o com palavras. O vento balançava as folhas, o gado mugia ao longe, e
ir. Desceu para a cozinha e encontrou Pedro na v
rguntou ela, pa
ida - responde
tando na cadeira ao lado. - Sonhei que el
quieto por
. A dívida tá quitada.
le, surpresa com
faria
er minha esposa no pape
o - não de paixão, mas de al
ada - s
enas a
o café dele do jeito que ele preferia, forte, sem açúcar, com um toque de canela que ele nunca pedira, mas sempre sorria ao provar. Ele consertava a
eclarações. Não havia p
eito mútuo, de silêncios compartilhados, de risadas roubadas e d
laranjas juntos no pomar,
não imaginava que ia
anja madura e colo
ava que ia gostar
um sorriso le
continua assim?
a. No nos
ainda,mas havia algo talvez mais raro: duas pessoas que, depois de tudo, escolheram continuar caminhando ju
/0/19022/coverbig.jpg?v=240444e308574eb364e497f11531c826&imageMogr2/format/webp)