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A Irmã Bastarda: Metade do Império, Todo o Prazer

Capítulo 2 1 A Tempestade de Úrsula

Palavras: 1266    |    Lançado em: 15/03/2026

nda pele, a fenda discreta revelando a curva da coxa. Ela desfilava pelo salão com a calma de quem sabia que estava sendo observada; e e

do o compasso enquanto as mãos se moviam soltas pelo corpo, como se fosse dona de si, como se fosse feita para

s esperava o jogo acontecer. Nenhum home

ele. Um toque sutil, como se a

iramente bagunçado, como se tivesse passado os dedos por ele momentos antes. A camisa branca estava dobrada até os

enhuma

onde um anel costumava estar. A pele um pouco mais clara na base do de

ou, a voz baix

uem sabe exatamente

mo se não se importasse com

o quem sabe exata

ergueu em um sorriso enviesado, e os dois se

onta dos dedos roçando a pele exposta. Ele a

s vezes ela passa rápido

da, às vezes um final rápido é suficiente - el

, a respiração quente

mais reserv

or, fingindo hesitar, mas

ço um luga

-

ourados sobre lençóis de seda negra. No centro, uma cama larga como um convite, com a cabeceira

izando os dedos pelas hastes do cabelo, os olhos negros faiscando como se carregassem um segredo a

as âmbar. O vestido escorregou pelo corpo como se o próprio tecido soubesse que não era digno

omo quem desembrulha um presente caro. Os olhos de Úrsula acompanharam o movimento, e qu

caminho pelas costas nuas, que traçavam rotas invisíveis na pele macia. Ela o recebeu como uma onda receb

igo, sentindo a firmeza dos músculos, o calor do peito, a pulsação no pescoço. Quando ele se inclinou para beijá-la, os lábios se tocaram com

seus corpos, enquanto os toques se aprofundavam, exploravam, marcavam territórios invisíveis. O chei

ongos demais para caber em qualquer relógio. O ritmo era uma dança: ora suave, ora urgente, como uma música qu

dela arqueando para receber o calor dele. O tempo não importava. Só o agora, só os corpos entrelaçados, só a cert

nsaço e ao calor compartilhado, Úrsula permaneceu ali, deitada, c

-

mas a cama ao lado estava fria. O silêncio era cortante; a ausência dele era um eco nos cantos do quarto luxuoso. Ela se sentou dev

o, um bilhete dobr

pelo que aconteceu. Amo minha

até ele quase rasgar. A caligrafia era firme,

dobradas com descuido, como gorjeta

cou pesada, o sangue

edução, mas nunca cobrava. Não era sobre o dinheiro, era sobre o poder, sobre o co

so, o sorriso enviesado, a barba rente, os dedos fortes em sua cintura. Úr

surrou, os lábios

guerra. Olhou-se no espelho: os olhos negros como poço sem fundo, a p

tígios. A sombra da aliança, o cheiro, o olhar, a voz. Aquela c

nha acabado de entrar

a não p

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A Irmã Bastarda: Metade do Império, Todo o Prazer
A Irmã Bastarda: Metade do Império, Todo o Prazer
“Ela foi abandonada pela mãe. Criada entre mentiras. Ignorada por todos. Até descobrir que metade de um império bilionário era seu por direito. Úrsula Costa nunca teve nada, mas agora, tem tudo. Uma herança inesperada a coloca lado a lado com a irmã perfeita, rica e mimada que nunca soube de sua existência. Isadora quer reconstruir laços de sangue. Úrsula só quer o que é dela... e talvez um pouco mais. Mais poder. Mais prazer. Mais vingança. E o que poderia doer mais em uma irmã do que perdê-lo? Luiz, o marido doce e submisso, o bom moço da elite, não resistiu ao veneno de Úrsula - e caiu de joelhos, literalmente. Agora, entre jogos corporativos e segredos de alcova, a bastarda não pretende recuar. Ela não quer ser apenas parte da família. Quer ser a dona de tudo.”
1 Capítulo 1 Prefácio2 Capítulo 2 1 A Tempestade de Úrsula3 Capítulo 3 2 O Segredo de Clara pt14 Capítulo 4 2 O Segredo de Clara pt25 Capítulo 5 3 O jogo da sedução6 Capítulo 6 4 Irmãs de Sangue7 Capítulo 7 5 O Jantar da Discóridia8 Capítulo 8 6 Metade do Império9 Capítulo 9 7 A faca na empresa10 Capítulo 10 8 O preço do poder11 Capítulo 11 9 A queda de Lívia12 Capítulo 12 10 O fogo da Vingança