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A Irmã Bastarda: Metade do Império, Todo o Prazer

Capítulo 8 6 Metade do Império

Palavras: 1267    |    Lançado em: 15/03/2026

elegância despreocupada e caminhou até o pequeno palco montado no salão. Um murmúrio de expectativa percorr

ireção de Luiz, sua voz baixa

o modo como ele tentava manter a compostura, mas os dedos batiam no tampo da mesa, impacientes. - É alg

avras dela fossem um soco na boca do estômago. Quando abriu os olhos,

cárnio no olhar, e terminou seu vinho em um gole demo

a tinha tido irmãos agora parecia flutuar em

Eu cresci acreditando que era filha única, mas o destino me deu a dádiva de uma irmã, de sangue, de

exeu. Não sorriu, não acenou. Apenas observou, sabendo que tod

ainda mais, e dispa

... dona de cinquenta por ce

liu um suspi

como uma nuvem pesada. Seus olhos, arregalados, foram até Úrsula, que sust

, as mãos fechadas em punhos. Saiu sem dizer nada, os passos pesad

levantou da cadeira com uma elegância estudada, o vestido preto como uma lâmina de seda cortando o salão. Seu

po de sorriso que brilhava, mas não aquecia. Ao lado de Isadora, pegou

é sempre que a vida nos dá uma chance de recomeçar, de ter uma família... - Ela fez uma pausa dramática, olhou para I

que havia vencido ali também. Era boa em fingi

s incrédulos, sussurros abafados, olhos de desconfiança voltados par

para manifestar sua revolta. No carro, a

ueimassem sua língua. - A gente está junto há anos, a vida inteira! Casamos com partilha de bens, Isadora,

e e um sorriso cansado nos lábios, r

u! Quando você chegou, tudo isso aqui já estava

ceu há dois dias! Ela é uma estranha, Isadora. Não importa

o olhar endurecendo, o ca

blema não é ela ser minha irmã. O problema é que, agora, você não vai ter direito à tudo que antes era só

iscussão ali, como quem diz chega. O silêncio entre eles era desconfo

lhar fixo pela janela deixava claro qu

volante como se fosse seu único alicerce, o maxilar travado, os dentes rangendo. Os faróis iluminava

que vestira no jantar agora era uma máscara rachada; por baixo, havia cansaço, tristeza e uma pitada

a raiva, as acusações. Mas dessa vez, algo dentro dela tinha mudado. Ela não se sentia sozinh

rtamento alugado, o vidro refletindo sua imagem com um brilho cruel. O batom vermelho ainda i

quase felino, cu

para si mesma, o peito aquecido com a ad

nha nome: Im

lhares julgadores, redigiram os documentos. Úrsula assinou com um floreio, cada letra d

nta no papel parecia selar não apenas uma n

r cento do patrimônio, dos imóveis, das empresas, das ações,

enome pomposo, sem "história"; ao

uma ninguém

insuportáve

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A Irmã Bastarda: Metade do Império, Todo o Prazer
“Ela foi abandonada pela mãe. Criada entre mentiras. Ignorada por todos. Até descobrir que metade de um império bilionário era seu por direito. Úrsula Costa nunca teve nada, mas agora, tem tudo. Uma herança inesperada a coloca lado a lado com a irmã perfeita, rica e mimada que nunca soube de sua existência. Isadora quer reconstruir laços de sangue. Úrsula só quer o que é dela... e talvez um pouco mais. Mais poder. Mais prazer. Mais vingança. E o que poderia doer mais em uma irmã do que perdê-lo? Luiz, o marido doce e submisso, o bom moço da elite, não resistiu ao veneno de Úrsula - e caiu de joelhos, literalmente. Agora, entre jogos corporativos e segredos de alcova, a bastarda não pretende recuar. Ela não quer ser apenas parte da família. Quer ser a dona de tudo.”
1 Capítulo 1 Prefácio2 Capítulo 2 1 A Tempestade de Úrsula3 Capítulo 3 2 O Segredo de Clara pt14 Capítulo 4 2 O Segredo de Clara pt25 Capítulo 5 3 O jogo da sedução6 Capítulo 6 4 Irmãs de Sangue7 Capítulo 7 5 O Jantar da Discóridia8 Capítulo 8 6 Metade do Império9 Capítulo 9 7 A faca na empresa10 Capítulo 10 8 O preço do poder11 Capítulo 11 9 A queda de Lívia12 Capítulo 12 10 O fogo da Vingança