de mim, o ponto fi
meus pés. A bochecha ainda latejava do tapa do pai, e os dedos esta
ue sentia no peito - traição, solidão e uma raiv
a e caminhei, rígida, até o qua
té que minha mãe decidiu que era adeq
ra esse quarto patético a que fora reduzida - um colchão fino no
idade, meu direito de nascença e meu futuro
o do colchão. Dentro, havia alguns pertences - roup
emor dos dedos. O relógio na parede marca
lácio do Alfa Rei com as outras
ocado pela própria morte, e que sua cama
escolha
me encarava, pálido e fantasmagórico. Os olhos estavam vermelhos de tantas noites chorando em silênci
esse reflexo, vi algo q
dos contra o vidro, sussurrando: "Você vai sobrevi
*
molhado e metal velho. Éramos seis no total, todas vestidas com o mesmo vest
remiam de medo. Outras tentavam disfarçar co
passarem borradas, o céu que escurecia engo
imávamos do palácio,
gras, um lugar onde a luz do sol nunca tocava, onde nenhuma risada ecoava e
ó sabia que não ia para lá
num céu sem estrelas. O palácio se impunha diante de nós - pedra negra e torre
sa na garganta, sentindo que os
leza construída p
rmes portões de ferro. Seus olhos nos percorreram com desinteresse en
nspecionadas como
o nariz enrugado ao nos examina
espondi, a
ma sobrancelh
Alfa Gregor, da Mati
m Alfa?" El
o m
us olhos. Piedade? Curiosidade? Seja o que f
denou, apontand
uzidas com
es de pedra eram frias ao toque, os corredores longos e estreitos.
s penetrantes e tom de voz ainda mais c
am dirigidas. Não falem do Rei a menos
ante de nós com
m protesto, sem hesitação.
nha esquerda so
nela. "Não ponham à prova a mis
a serão levadas aos vossos aposentos. U
a, olhando para cada uma como quem d
hos dela se fi
e enc
varam num gesto que n
ela pri
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