m silêncio - um s
ranhado de membros se revirando inquietos nos beliches, a quietude parecia ensu
a certeza se alguém havia realmente dormido. De verdade, não. Como poderiam? Todas nós estávamo
nos olhos fundos, nos ombros caídos pela derrota
n
doía, mas não esperava pela mort
lmente mergulhou numa quietude frágil -
o chão. A pedra gelada me fez estremecer, m
o pela garota no canto que ainda t
maçaneta de metal, exalei pe
e eu congelei. Nada se
te para escorregar para fo
a no corredo
Como se o próprio palácio estivesse prende
roncava suavemente, a cabeça inclinada par
s aos
outro, prendendo a
tropece. Não morra", mu
górico. Apenas a luz da lua que entrava pelos vitrais servi
, colada à parede, os p
esta ficava para além dos muros do
era meu ú
gora, e a luz da lua não alcançava ali. As sombras
. Ecoou pelo corredor como uma tempestade, vibrando pe
gel
esconder e voltar, mas algo mais - alg
em direção ao som, cada passo mais pesado que o anterior, como se atravessasse u
té que dei com a porta -
raspavam a garganta, como se a criatu
açaneta e descobriu que a
cortou minha respiração - correntes, por toda parte, pres
ra um lob
ongas se cravavam no chão de pedra, deixando marcas profundas e furiosas, os olhos brilhavam num dourado flamejante, selvagens e atormentados, e
e horri
imal, mas sim
lhos dele encon
ugiu, puxando as correntes com uma violência q
despedaçar, mas, por a
hão, a mente gritava, mas o co
ela fúria, de toda aquela r
rente e sussurrei para mim mesma: "Não
e obedeceram, e
s correntes de novo, arrancando u
m vez disso, me aproximei,
hos sobre mim, o peito arfand
e, levant
te, os músculos tenso
ucar", sussurrei
que me importava, mas algo me diz
preso, ta
se aquietou instantaneamente e parou de ros
ndo na minha palma, e choramingou - um som suave e de partir o
Bra
terrou a cabeça no meu ombro,
a, completamente atordoada
eu, nem arranhou, nem desped
consegui m
u, só um pouco. Não consegu
, baixo, em alerta. Por isso, permaneci ali, nos braç
ficava, mas algo niss
uando senti calor nas costas - um
o, descobrindo que a f
omem, cujo braço me envo
i aos tropeções, o coração n
mexeu, aind
o desse quarto como se a vida dependesse disso, sem ousar olhar para trás, pois
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