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te
San
a Karam, nada vem fácil. Mas eu
oente. E aprendi, principalmente, quando percebi que, se eu não
eça naquela manhã cinzenta, enquan
rás de mim, tropeçando nos próprio
m querer. Era impossív
om a mão. - O motorista não
a mochila pulando nas costas,
ante, quando finalmente me alcançou - Mas ela não quis le
ão deu aquela apertada
rei. - A gente precisa conv
- Mas ainda acho que ela viu algu
a. - A tia vê coisas. Sempre vê
spondeu baixinho.
deixo ela perceber. Porque a tia Salma fo
ela embora. E eu tive que segurar tudo com as mãos trêmulas de quem não estava
cansada e gente que, como nós, fingia que estava tudo bem. Nova Kara
i sair ta
avelme
ue eu fa
faço qua
ara. Você e
ã - rebati. - Eu faço. S
is nova irritada, mas que por
chata -
. Agora desce, q
observando pela janela até ela desaparecer at
ado com esforço, e eu faria qualquer coisa, absolutam
oiei a cabeça no vidro e soltei o ar d
ava ir para o emprego principal, o laboratório o
ia. Sempre fiz. Porque alguém ti
alguém
**
quinze minutos atrasada
m luvas cirúrgicas. - A supervisora já rodou o setor. Se
ei. - Era tudo o
um elástico improvisado e peguei o avental branco meio amas
cima dos óculos, como se eu foss
ndi, sem tentar inventar
mpre atrasa p
ncordei, porq
rou uma prancheta
ece pelo setor três.
, sen
r na sala quando ou
e odeia
- Ela só gosta de sentir que tem
ai continu
por coisas pequenas. Ten
susp
a pra quem carrega
i de
já tinha quebrado alguma coi
a
erd
em quantas brigas eu já tinha eng
e sono trocadas
ia tivesse uma chance mín
**
no acabou, j
ue o último ônibus tinha passado e e
noite era o
oças de chuva, criando caminhos q
e o cheiro de especiarias vinha das ruelas onde gente ven
sul, onde tudo parecia meio improvisado
partamento, ouvi a voz d
e! Ele bateu na janela
a cozinha com a
sim desde as
stiu, sentada na poltrona, mãos trêmulas
na fren
. - peguei suas mãos entre as minhas. - El
la encheram
a tanto que fo
ito ap
, tia. E
o e quente, e eu fiquei ali, seg
ltei, fui a
o legumes, mas do je
ente. - Me dá isso. V
hando demais. Você não vai
to. Sempre
a que
. Res
erder o que conquistou. Ou ver a tia piorar porque
espécie de muralha. Eu não era. Eu
e você é feita de
spondi, rindo um po
aca e me abraç
e amo,
ém te amo
er, percebi que a comida estava sal
. Nossa tentativ
a dormia, fui lavar a louça. Água quente nas mão
eu imaginava como seria uma vida s
m surto enquanto eu estivesse for
de pensament
e ajuda. Então
ei meu caderno velho de anotações. Ali eu escrConseguir emprego melhor... "
r da
ovo. Substituí usso, ouvi Narin me
Ay
no mercado antes d
a, eu compro
precisa parar d
m olhar
que eu
certa forma, ela sabe que eu tenho
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