03 – Ecos
Cast
stav
continuar. Mas meu corpo estava exausto. Depois de um plantão de 48 horas, ser arrastada para o mei
perigo-por enquanto. Mas eu sabia que as conse
aos bombeiros, eu me sentei por um momento, enco
r. E, no meio do cansaço, entre um cochilo e
o te
-
hbac
avia emergências graves. Um suspiro de alívio escapou dos meus lábios. Depois
a paz du
voz grave e carregada de um sotaque it
stante. Eu sabia de quem era aqu
s Mor
ão-chefe.
eus pensamentos mais do q
e sorriso torto e confiante que se
ntido, tentando ignorar o jeito que seu olhar percorria me
nça, mas antes que pudesse dar mais dois
cara? - Sua voz saiu baixa, um
i em
spondi, tentando soar firme,
goso que sempre indicava que ele e
fingindo considerar minha resposta.
para dentro do almoxarifado, fechando a
deu quando ele me encurralou contra a pared
rou, seus olhos escuros analisando
tava traindo qualquer argumento racio
er, mas Darius apenas arque
por que sempre
ndo ele estava tão perto, quando sua presença d
to. - murmurei, sentind
uma risada b
"certo" tem alg
eu pudesse formular qualquer pensamento coere
omo se ele estivesse esperand
u deveria ter o afastado, deveria ter dito que aquilo e
deslizando por minha cintura, segurando-me
aquela sala de
e remédios e o brilho fraco da lâmpa
mais im
hbac
-
oltou ofegante qua
uiu a lembrança quente do passado, e
s Mor
mpo que eu não
omo um fantasma, justo quando minha vi
-
l Cas
cheiro de concreto quebrado e queimado impregnava minhas narinas, enqua
eridas, gritos de desespero, sirenes eco
ndo para um prédio parcialmente desmoronado. - Pre
eu corpo já estava no limite, mas meu deve
aconteceu rá
omo se o próprio mundo estive
o de concreto se soltando do
tempo pa
to foi
jogando-me para trás com violência. Tudo girou ao meu red
curidão me engolir foi o céu cinz
-
hbac
o
a dor
or era d
por dentro, consumia como fogo
sim, Catarina! - Minha voz saiu rouca, mi
steza. Seu rosto estava molhado, e eu não sabia se era pela chuva qu
ia, carregada de raiva e desespero. - Ficar e assistir
i os
quis te m
nós pudesse amenizar a dor. - Você sempre me coloca em segundo plano, Rafael.
não é v
z que você escolheu eu em vez do seu trabal
não queria ter essa conversa
nunca fugia
que meu trabalho era tudo pa
ra acreditar que, em algum moment
s foram um g
ior d
inha
a rugia, mas dentro daquela sala o som mais al
m suspiro
tanto que doeu. Mas eu canse
tari
ivesse se preparando para fazer
us, R
a se virou
eu não tent
hbac
-
corpo me puxou de
bre mim era esmagador, me prendendo contra o chão frio. Meu o
iscando contra a poeira
passado se misturava
a Lanca
um dia foi
deixei
.
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