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A IMIGRANTE

Capítulo 4 EU QUERO UM BISNETO

Palavras: 740    |    Lançado em: 31/03/2026

mou um gole do seu café, mantend

se eu tiver que trancar você em um salão com as mulheres mais cobiça

festa não era um brinde à amizade

para onde fugir. Seu avô estava empenhado em lhe arr

☕☕☕☕☕

do o peso familiar daquela solidão que ele mesmo escolhera. Ele sempre fora um homem de muros altos, c

aren Taylo

to tão livre que parecia carregar o vento nos bolsos. Henry, que jurara nunca se perder em ninguém, viu-se rendido por uma paixão avass

. Karen amava com a mesma intensidade com que par

soube dessa história. Henry guardou Karen em uma gaveta trancada da memória, sabendo

desapareceu sem deixar rastro, transformando-s

entre os dedos: por um segundo você sente o calor,

o se envolvia com ninguém, mas agora não era por escolha, e sim porque

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omeços. O ar condicionado central trabalhava no máximo para dissipar o calor que já começava a su

cisão de quem não desperdiça movimentos. Ao entrar no elevador privativo da presidência, o silêncio era absoluto até o último andar. Quando as p

ras de porcelana ditava o ritmo. A Sra. Gioconda, com seu

cutem

voz baixa mas cor

cia e na sala de reuniões. São ordens diretas do Sr. Salvattore.

CEO era uma figura mística, um sol em torno do qual toda a empresa orbi

desper

ella quando Gioc

as e na internet são de costas ou com o rosto desfocado

a Zoe, Henry Salvattore não era um homem, era um conceito institucional. Sendo uma imigrante tentando equilibrar as contas no fim do mês, ela sabi

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