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an Novak jogar bola no gramado. Meus óculos fundo de garrafa e minha roupa brega, que em qualquer outro dia seriam motivo de desconforto, simplesmente deixaram de impo
. Ian corria com facilidade, como se o mundo se abrisse à sua passagem. Usava uma camisa simples, levemente aberta no pescoço, calça surrada e um casaco d
s, vivos - lembravam o céu limpo de uma manhã em Nova York, aquele tipo de azul que prende, que chama, que não deixa escapar. Ele
erdeiro único, tudo isso já o colocava em um pedestal inalcançável. Harvard inteira parecia girar ao redor dele
te, não era iss
a o di
a
á uma vida inteira. Eu estava correndo pelo corredor, atrasada como sempre, os braços cheios de l
mpacto r
eu desastre ambulante. As pessoas pararam. Algumas riram. Eu senti meu rosto quei
le nã
e aba
les
se aquilo fosse a coisa mais natural do mundo. Como se eu
bem? - ele
nto... eu esqu
albuciar algo que provavelmente deveria ser um "obrigada". Quando finalmente tive co
oi
tudo c
gares - ou talvez fosse eu que estivesse sempre onde ele estava. Minha rotina, meus caminhos, até meus horá
que era
que pertenciam ao mundo dele. Eu era apenas a garota desengonçada, de ócul
rma... isso já nã
ele dia, algo de
s, meus desejos... tudo passou
vez, eu não que
o-o mais uma vez, deixando que um sor
omo um segredo que o vento levaria. - Pode não ser agora
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