ergia própria, quase irritante de tão inesgotável. Enquanto eu só qu
.. vai me agradece
epois de tudo o que ele tinha feito naquele dia, era ób
entrei no a
closet como se fosse dono, escolhendo um vestido e um pa
que
quarto, minha exp
rteza disso? Esses sa
analisando com aquele olhar crí
ros, como se fosse a coisa mais óbvia do mundo. - Se
gundo, deixando os braços
tou can
Precisa ser vista. Precisa entender o que acontece quand
i o c
olhos,
so
. me deixo
rtos... e os
ação ac
queri
inguém me olhass
m além
a
u, pegando minha mão.
olhos, ma
onversível dele, cortando as ruas de Nova York. O vento bat
plan
ridí
gê
bastaria aparecer, sorr
o era
ca
igantesco, com uma presença que parecia esmag
me
it
, olhando para cima
enas s
bi
Eu não sabia o que esperar... e i
se abriram, o imp
ura
rada gr
escura, esculpidas com um
isso? - perguntei, a
o resp
trada, entregou os convi
as se a
undo
nava o teto, refletindo a luz em milhares de fragmentos brilhantes. Pessoas bem vestidas circulavam
vez f
não
mpletamente desloc
festa? - pergunte
o p
rr
disse, c
esse prédio inteir
o falhou u
ntã
mpletou. - Esse é o
ômago r
stava
deria
s começara
u, ao meu lado. - Você n
tia exatament
qu
egu
isí
ou pronta...
minha mão
er o que fazer
acredit
o acre
iu e, antes que pudesse pe
olhou, assustado
ou preparada
ou, mas nã
ervando - disse. -
i o c
O
olh
po fico
e, olhei
me
olh
o como
m estr
inte
de
sto qu
lhando assim? - pergun
ando um gole
cê está...
li s
o quero
respondeu. - Nem que seja
ei a c
que me olhe as
sus
sei se el
esanimou po
entã
rei f
i a po
o qu
a hora d
uando e
a
o inteir
empre. Terno escuro, camisa levemente aberta, aquele sorriso.
estava
tava c
do ve
fei
fia
ocá
raço dele como s
fosse.
ito qu
iv
úm
str
ssaram
s uma
ão me
os dedos na
Fo
meus olhos ainda e
ualquer uma..
em é? - el
i os
ate
saiu ca
s... e, de todas... ela é
falhou por
sso eu
li s
ho medo de perdê-lo...
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