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ri
l de
de hospital antes me
tem origem identificável. Já estive em hospitais antes. Sei o que esse cheiro significa: que o mundo lá fora parou d
ço esquerdo, presa com esparadrapo cor de pele. O frio nos pés. Os lençóis de um branco desbotado que só hospitais
o pe
o segurand
consegue ser - não o presente descuidado de quem está di
io, como se meu corpo soubesse antes de mim que qualquer movimento
pra frente, a respiração lenta e regular de quem dormiu ali sem planejamento - foi pegando no sono enquanto vigiava
le por um tempo que
r. Aqui. Segurando a minha mão enquanto dorme numa cadeira de hospital que com certe
ltam quando o corpo esteve tão perto do limite que a men
s. O vinho que eu quase não bebi. A conversa que começou sobre nada e foi ficando m
sensação de que o Rio de Janeiro inteiro estava embaixo de mim n
A voz dele baixa, séria, s
s olhos
braço, para a luz fria do teto - sabendo o que sei. Ou o que posso saber. Ainda não tenho certeza. Essa é a parte que me as
is real que ele tinha visto em muito tempo, será que meu destino foi traçado sem que eu percebesse?
a resposta de uma noite q
ag
a quando ainda não sabe
e Minas Ge
vagar nas manhãs
las, depois o chão onde as crianças ainda não tinham chegado mas chegariam em breve. A padaria da esquina
a manhã, e aquela manhã não deveria
a mão e a mochila com o zíper meio aberto, que eu ia
chegasse ao portão. Tinha aquela tonalidade específica - não de raiva, mas de
na c
ias nos pés. Respi
de café passado e de flores artificiais que minha mãe insistia e
sição deitada ficou difícil. O peito dele subia e descia com um esforço que você só percebia se soubesse procurar, mas eu sabia procurar
do a sós, como sempre fazia nesses momentos. Ela sabia que existia uma ling
e um ano atrás, os ossos mais visíveis, a pele mais translúcida
so chegou antes das palavras. Sempre foi assim com ele. O sor
, pai. Posso faltar. Já fiz tod
tou minha mão.
- as rugas ao redor dos olhos que apareciam quando ele ria, os cabelos que tinham ficado mais brancos no
pensando em
ê me prometa um
Pa
te. Que vai errar, vai chorar, vai cair. E que vai se levantar mesmo assim, todas as vezes. - Fez uma pausa pra tossir - curta, contida. - Que a sua felicidade nãoqueimaram an
assim. Pare
tinha de rir de si mesmo nas horas mais sérias, como se o humor fosse a única
ança que ainda morava dentro de mim e não queria crescer o suficiente pra encarar o
ima vez. Não sei por quê. Talvez alguma coisa dentro
ito orgulho, pa
inteira. - Vai com Deus, minha menina. E não se
mo se barulho pudesse quebrar algum
avam embaixo dos meus pés, e a rua já recebia a minha sombra misturada com a sombra das outras pessoas que ia
ra a e
sas que não
a tarde tinha u
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