ri
va com um pedi
ida
em de te dizer isso com a voz, olhando nos teus olhos, enquanto ainda tinha tempo e fôlego pra isso. Mas se você está lend
os olhos
stava dormindo - eu sabia que não estava. Havia uma tensão nos ombros dele, uma
minha vida, vi vergon
as. A vergonha real - a que mora fundo, que envergonha a pessoa pra dentro an
isava continuar antes
ntexto. Jovem, sem família por perto, sem ninguém pra colocar rédeas. Os avós tinham morrido cedo demais, e ele tinha ficado nu
e período. Mas era quem eu era, e
o fio, perdeu o juízo, perdeu a memória. Na manhã seguinte sabia que algo tinha acontecido pela expr
is, conheceu La
o. Olhei pra ela e soube. Mudei. Não de um dia pro outro, não sem esforço,
rnos exigiram tempo pra ver se ele era de
arecia estar se encaix
nte e vinte e cinco anos. Trazia um bebê nos braços. Ci
i de
o, pro teto do quarto, enqua
tin
meses ou anos depois. O que vai acontecer com Laura. Com os sogros. Com o casamento que estava send
que meu pai chamou
a aquele bebê. Em vez de admitir seq
o faltou "todo mundo com todo mundo". Disse que não queria saber. Que el
pro rosto
ilidade existir por
je com isso. Só que chegar a essa conclusão depoi
os. Com um sapatinho vermelho, roupinhas de aniversário, fotos, lembranças das festinhas do menino que cre
Mas ela tinha se mudado pra outro estado. Não descobri pra
terminav
e eu mal lembro e de uma mulher que agiu com mais dignidade do que eu merecia. Não sei onde ele está. Não sei com
em te contar, deixar esse segredo comigo. Mas você mer
não conseguir perdoar, ao
pra s
imperfei
s folhas
mo se o papel fosse mais frágil do que era, co
olhos, meu pai já n
aquela pressão fraca mas presente de quem ainda está lutando pra continuar - agora esta
Não sei quanto - o tempo
va na minha, mas já i
porta, depois os passos, e então o desespero dela quebrou o silê
ntei todas as folhas, guardei tudo dentro da caixa, feche
eu pai tinha p
r meu
m
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