ri
ter envelhecido de
heia de gente - sendo amparada pela tia Lúcia, cercada de rostos conhecidos, os olhos completamente ocos daquele jeito específic
omo se o centro de gravidade tivesse se deslocado, como se ela estivesse precisando rea
Me aninhei no
ssim por um tempo que não sei calcular, as duas de pé no meio da sala cheia de vozes baixas e movimentos cuidadosos, abraçadas e chorand
, soltei minha mãe com delicadeza, certifiquei qu
que alguém tinha feito sem que ninguém pedisse, porque é o que se faz nessas horas - você faz café porque é a
a, encont
pra rua, virou assim que sai pela por
La
era diferente dos outros - não o abraço apertado e urgente da minha mãe, mas o abra
o dele fazer alguma coisa com o frio que ainda havia no meu peit
aixa, sem tirar o queixo do meu cabelo. - Procure
mesmo do quarto, mesmo com o chuveiro e o banheiro e a po
ietos por
r. - Ele me pediu que eu fosse feliz. Que seguisse em fre
homem mui
Ia demorar um tempo. - Como eu vou fazer isso sem ele, Di? Ele era a pessoa que me ajudava a não ter med
meu rosto nas duas mãos - o gesto simples e completo
ue eu conheci na vida. - Disse sem hesitar, sem a falsidade mole de quem quer consolar sem comprometer. - Só q
olhando
ar crescer. Olhos castanhos escuros que eu conhecia desde sempre, que tinham me olhado com tantos tipos de expressão ao longo de anos que e
dentro - pôs a mão no peito - tem um lugar que é seu. Sempre foi. Pode ser que você nunca queira ocupar esse l
to que queria dizer para, mas
pletasse. - Não é hora e eu sei disso. Só não quero que passe m
ele por
o a noite caía e mais gente chegava e a varanda recebia o barulho baixo das ruas de Serra e o céu ficou
ou a madr
oi em
inda estava - numa cadeira na sala, a cabeça encostada na parede, os olhos f
que fazer com tudo
avam. E que isso valia mais do que
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