a si, com o co
, ela estava
so que os ca
anta. "Eu...", murmurou Sophie, enq
, e havia algo divertido na m
rnio aumentou. "Não
minuiu a distância entre eles, fazendo com que a frieza
Sophie, com a voz emba
que o amor deveria vir em primeiro lugar
ido quando criança, com finais felizes, prínc
o era nada parecid
e agora ela estava presa a um ho
de fadas fossem s
u para frente, envolvendo o pescoço
ios trêmulos dela, enquanto sua expres
ar, Adrian já colocou a mão no o
não quer. Vou dormir no sofá", dis
e a soltou e foi pa
.
n já estava acordado, esfregando
colocava silenciosamente os
vantou, ela olhou p
cabia alguém d
de lado, lembrando a si mesma qu
ontando para o terno cuidadosamente passado, S
e afastou o cobertor, se pr
perguntou por que ele não se inc
para você saber, não quis arriscar colocar
as de grife mereciam mais do
a ideia de seu terno ficar junto com as roupas de estranhos numa lavan
hesitação, ele continuou abo
untou ele, com a voz ainda rouca
da cozinha, o deixando mais fam
, com um sorriso, enquanto s
s suas mãos e, com um barulho alto, o macarrão e o molho caíram sobre Ad
u se ele tinha asas. Como ele cons
va, Sophie pegou um guardanapo e tentou l
O terno estava impecável há poucos minu
spalhado no seu peito e queixo, manchand
queixo dele, Sophie notou respin
a para limpá-la direito", disse Sophie, com
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