i um pouco sufocado no ambiente. Pedi licença aos meus tios, afrouxei o nó da gravata e saí andando em direção a
s. Saí em direção ao estacionamento. Eu precisava respirar e não queria que ninguém me visse naquele estado. Quase sem conseguir respirar, me segure
morrer -
e ouvi a voz
- a mulher perguntou. Eu vi Ar
edi, segurando o p
a gravata e abriu um pouco minha camisa, segura
gar, que vai ficar tudo bem - Ariana pe
a ajuda - falei, ofegan
com a outra. Fechei os olhos em silêncio, sentado no chão, respirando da f
oi uma crise de ansiedade. Se não procurar ajuda, ca
i rápido, f
achou aqui? Quer que eu acredite que você apareceu do nada na minha frente sem nenhuma pretensã
a, no momento em que eu vinha buscar o meu celular. Eu não estou seguindo ninguém e não preciso que al
ue viu aqui! -
squecer - Ariana l
Eu estava tão atordoado que nem sabia onde meu carro estava. Fui imediatamente procurá-l
aceitar que vou ficar sentindo esse mal-estar sempre, principalmente em ambientes como fe
a debaixo do chuveiro, na tentativa de esquecer que aquela estranha me viu mal perto do carro. N
ão hoje, porque as dores são surreais. Tenho que aceitar que a tal Ariana tem razão: eu preciso procurar um médico. Faz tempo que não faço um check-up para ver como está tudo. A noite foi longa para mim, p
ro (HANIEL) que está
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