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ue estava grávida, ela e Marcos tinham planos e sonhos alinhados, construindo um futuro juntos, ansiosos para a chegada do bebê que
s olhos cheios de raiva e decepção, entrou no pequeno apartamento onde ela morava, e o silêncio que se seguiu foi mais p
ua voz firme, cortante como uma faca. "Q
le momento que ela temia finalmente chegou. A verdade que ela tinha
Marcos," ela disse, a voz trêm
epois a uma tristeza profunda que parecia corroer sua alma. Ele se afastou, segu
tudo que passamos? Depois de todo
fáceis, apenas o desejo de explicar, de contar a história por trás daquilo tu
te, preocupado com o trabalho, com as próprias ambições, e ela buscara conforto em outro lugar. Não f
abia que tudo havia mudado para sempre. "Eu sinto muito," el
como reagir. Ele sentia que o chão sumia sob seus pés, e a ideia de uma famíli
azio crescer dentro de si como um abismo sem fim. Ela chorou até não ter mais lág
, enviar mensagens, mas ele não atendia. O silêncio dele era uma sentença, um ca
apenas lembranças amargas. Precisava se afastar, recomeçar, encontrar um cami
eve presente nos momentos mais difíceis, mesmo quando a vida parecia dura demais para suportar. Lucas,
le com mãos trêmulas. Quando Lucas atendeu,
Não sei mais o que fazer," ela f
comigo sempre. Venha para cá, o qu
que a machucava, e tentar construir uma nova história. Uma história on
o desconhecido, a mudança, a possibilidade de fracassar novamente. Mas tam
arem como cenas de um filme que estava prestes a começar. A cada quilômetro, sentia o p
abraço que dizia sem palavras que tudo ficaria bem. Daisy senti
e a aceitar que, apesar da dor, a vida continuava. O apoio de Lucas foi fundamental, não apenas como
. Mas, naquele pequeno refúgio, ela começava a sentir que poderia reconstruir sua história, agora não mais como a m
ntre a dor do que passou e a esperança do que viria. Mas, pela
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