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Memórias irresistíveis

Capítulo 2 *2

Palavras: 1144    |    Lançado em: 26/04/2026

preparar um café e aproveitar meu tempo antes de sair. Nunca entendi as pessoas que acordam quin

izinhos. Quatro em cada cinco dias piso em cocô de cachorro - nunca falha. Por isso, quando termino de levantar a persi

he: do beiral pendem frascos de formas e tamanhos diferentes. Adoro como a luz do sol se quebra neles, como se fossem lanternas acesas. Uma passiflora que plantei abr

durada na entrada como boas-vindas: "O lugar

oisa dessas. Afinal, ela sabe melhor d

na casa dela do que na minha. Márcio e Dalva, os pais dela, me adotaram como se eu fosse mais uma filha.

anos de terapia. A Renata e eu nos apoiamos em tudo. Somos daquelas amigas que comemoram até a

m dou lição de moral sobre a vida de ninguém -, mas porque o idiota se comporta como namoradinho, sabendo ele, a Renata e todo mundo que nu

tem família - ela dizia toda vez que se sentia culpad

os sobre isso. O errado é ele, que não res

de novo pra me xinga

. Eu o odeio, simples assim, e tudo que tem a ver com ele me dá repulsa. Talvez eu esteja exagerando, mas a Renata merece algo melhor. Merece ser amada só por alguém, merece ser o

m a ver com o amor ou com a falta dele. Quando fiz dezoito anos, ela se sentou comigo à mesa da cozinha e me disse que havia

. A ideia de fazer faculdade foi embora na mala da minha mãe. Tive que trabalhar. E

nem quando estava doente

, o gerente, vei

ém. Ele se chama Rogelio e é um maî

não estava entendendo nada, po

, pra aprender a fazer perfumes. E aqui, nesse negó

vai me

hor funcionária. Quero que você estude com

a loja quase todo dia. Tínhamos uma relação estranha, não sei bem com

asturbava enquanto ele me observava. Ele nem sequer se tocava, mas o olha

. Eu queria senti-lo dentro de mim; dava para ver o volume nas calças dele e, só com os dedos, não era su

a, era beijar minhas pernas. Acho que era a

e não me comia em cima da mesa. E

nova dema

so me frustrava.

na casa do meu namorado. Ele certamente desconfiava de alguma coisa, mas também não dizia na

ntra a parede, a calcinha nos joelhos e ele me penetrando por trás. Voltava com o rosto sujo de po

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Memórias irresistíveis
Memórias irresistíveis
“Ele construiu um império baseado em controle e precisão. Ela cria fragrâncias guiada pelo instinto e pelo desejo. Eles se encontram uma vez - apenas negócios - e nada volta a ser como antes. Porque, no momento em que seus mundos colidem, algo mais profundo toma forma. Não é só atração. É reconhecimento. Do tipo que fica na pele, que vibra por trás de cada olhar, de cada toque acidental. Em particular, a conexão se torna inebriante - fácil, avassaladora, impossível de ignorar. Como se tivessem sido feitos para desvendar um ao outro. Ele não está acostumado a perder o controle. Ainda assim, com ela, a contenção escapa por entre seus dedos. Ela desperta algo mais sombrio, mais possessivo... algo que quer mais do que um gosto passageiro. Ela sabe que não deveria se apaixonar. Ele é tudo o que ela passou a vida evitando - poderoso, exigente, perigoso de maneiras que vão muito além da superfície. E, ainda assim, seu corpo a trai, inclinando-se à gravidade dele, desejando a forma como ele a olha como se ela já lhe pertencesse. O que eles têm arde rápido demais, fundo demais. Cada toque permanece. Cada momento se alonga. Cada limite se desfaz. Eles dizem a si mesmos que é temporário. Apenas desejo. Apenas calor. Mas um desejo assim não desaparece - ele se infiltra, se instala, toma posse. E quanto mais se aproximam, mais difícil se torna dizer onde a paixão termina... e a obsessão começa.”