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Memórias irresistíveis

Capítulo 7 *7

Palavras: 1085    |    Lançado em: 02/05/2026

í

ta tocava, eu parava tudo, esperando que fosse ele. Fingi estar ocupada e

novos clientes, apesar do de

descrever como a mulher se pendurava no braço dele, como se colava nele; como el

, ela me bombarde

oi? Ele

lientes agora. E sim, es

ntusiasmada, gesticulando com as mãos como sempre fazia quando alguma coisa a empo

todo lugar. Juro que me lembrei,

que não. Doía vê-la assim, inven

e o parabenizou e que a inauguração foi al

nada, mas eu também as vi: o Felipe aparecia em várias delas, com a esposa. Como com tudo que a

senza. Por isso, sentei no meu estúdio com o celular, entrei no perfi

o poucas. Todas do dia da inauguração de algum hotel, e nada mais. Na

e misturando com a minha umidade e a espalhando. Coloquei um dedo, depois outro. Eu o via entre as minhas pernas, afundando a boca,

r que se forma como uma bola, me fazendo palpitar, me molhando mais, me fazendo dizer o nome dele. Quer

cou daquele momento antes de eu te

Al

. Fiquei nervosa e me e

você está?

jeito nenhum. Essa ta

semana complicada. Estou por aí agora; que

ia fechar em q

stava fechando, mas te esp

m ce

rder a língua. Pareceu desespero. Ouvi a ga

o. Então chego

anta força que acabei chama

cinha também. Fui para o fundo resolver tudo. "Cliente especial", repeti. O ano que passei sozinha tinha afetado meu bom senso - des

se acalmar - di

gentileza da parte dele. Como eu ia fazer isso? Não sabia. Dário ocupava grande parte dos meus pensamentos desde a ina

o menos ia fingir que a voz grave e profunda dele não me perturbava, que os olhos dele não perfuravam a minha alma, que

i passar por idiota de nov

os de luxo que só aparecem nas fotos de jogador de futebol. Instintivamente, coloquei o cabelo atrás da orel

raquejaram: ele estava parado na frente da loja, olhando tudo. De repente, percebi

a que sim. De graça. Eu é que pagaria. Naqueles dez segundos, todas as imagens possíveis passaram pela minha cabeça: el

via algo mais. Senti isso quando o c

dele dentro da Essenza, aquela pontada no meio do peito - a

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Memórias irresistíveis
Memórias irresistíveis
“Ele construiu um império baseado em controle e precisão. Ela cria fragrâncias guiada pelo instinto e pelo desejo. Eles se encontram uma vez - apenas negócios - e nada volta a ser como antes. Porque, no momento em que seus mundos colidem, algo mais profundo toma forma. Não é só atração. É reconhecimento. Do tipo que fica na pele, que vibra por trás de cada olhar, de cada toque acidental. Em particular, a conexão se torna inebriante - fácil, avassaladora, impossível de ignorar. Como se tivessem sido feitos para desvendar um ao outro. Ele não está acostumado a perder o controle. Ainda assim, com ela, a contenção escapa por entre seus dedos. Ela desperta algo mais sombrio, mais possessivo... algo que quer mais do que um gosto passageiro. Ela sabe que não deveria se apaixonar. Ele é tudo o que ela passou a vida evitando - poderoso, exigente, perigoso de maneiras que vão muito além da superfície. E, ainda assim, seu corpo a trai, inclinando-se à gravidade dele, desejando a forma como ele a olha como se ela já lhe pertencesse. O que eles têm arde rápido demais, fundo demais. Cada toque permanece. Cada momento se alonga. Cada limite se desfaz. Eles dizem a si mesmos que é temporário. Apenas desejo. Apenas calor. Mas um desejo assim não desaparece - ele se infiltra, se instala, toma posse. E quanto mais se aproximam, mais difícil se torna dizer onde a paixão termina... e a obsessão começa.”