O balanço de seus quadris na
ele sussurr
etrucou. - Ela é uma vadia. Você ouvi
ulian murmurou, sem ol
iu uma atração magnética. Precisava estar perto dela. P
ada perto de um pilar de mármore, sozinha
cou sozinha po
istado carne nova. Julian viu William se apro
arranjo floral. Ele queria ver o que ela faria. A antiga Serena teria s
. Perto demais. Ele colocou a
u as palavras. Ele já estava b
e seu champanhe, com os olhos entediados.
estava flertando. Ele estende
mudança de seu peso, uma leve torção de
a, sua voz baixando uma oita
ça. Era uma cons
assumiu o controle. - Arisca.
amente, desta vez
a e possessiva o dominou. Antes mesmo que pr
s. Agarrou a parte de trás do colarinho do sm
gando enquanto sua gra
Julian rosnou. Sua v
iu o rosto de Julian e empalideceu. - Julian. E
eu te vir perto dela de novo, vou mandar os segu
eticamente e fugiu a
esperava gratidão. Esperava que
ma sobrancelha arquea
ian, invadindo o espaço pessoal dela. Ele est
sse Serena. Ela não rec
o cheiro
és
as de perfume francês caro, ma
o de Serena Vance. Ela costumava usar um sabone
lhou o rosto dela freneticamente. Pr
cável. Nem
dela. Nenhuma marca d
a voz era agora um sussurro, desprovi
uficiente para que ele pudesse senti
ou, com a voz zombando dele
la - ele acusou, sua c
. - Talvez você esteja apenas projetando, Sr. Sterli
e afa
nto - disse ela secamente. - Mes
que estava voltando com as bebidas. Ela riu de alg
uda no peito. Ciúme. Um
oso. Não porque William a havia tocado. M
cheiro da esposa que
ma bandeja de copos
de seu transe. El
ado o punho com tanta força que su
rou para o ar vazio. - Ela era
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