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Sob a Lei do Predador

Capítulo 4 No.4

Palavras: 892    |    Lançado em: 30/04/2026

SM

dos trafica

arar um café f

que estava

arto, chamei

um tanto

O que fo

uxe seu café,

aliviar essa

so conversar

café e recla

vamente

a me deixe,

Pai, por qu

estado ao tra

eles nos co

r para ir.

inheiro que

el

encha, menin

eu. Deixe-

m problema n

onsegue fica

tou cansad

todos os d

a temos essa

Como vamos p

u dar um jeit

omigo e saia

a coz

está percebe

ta dever fav

é uma questão

graves. Fui

preparo do ja

ltando alguns

um dinheiro

deira e fui

comprar o q

do mercado

rua, me dist

oi então que

oto frear ab

minhas co

o no

ega- las, até

da

a quem era, m

da do home

mente as

e abaixou e

azendo-me le

e senti um f

morro, figur

alar, mas qu

mente, apenas

me intimidou,

ei que el

As lágrima

pelo me

oltou meu b

sua moto. P

rri para cas

osa com os tr

sustado mais

ro tão próx

s e me deix

vor

quarto e cons

rmindo. Então

tomada por

dor que o ch

ente ao lemb

do me invad

a cruzar com

to sair de

speito dele m

ensament

s quando meu

a

mba, que do

Me arruma

sm

o senhor pre

u cansada d

it

zinha, pegue

gua. Entregu

mo

o para esquec

e

vida, pai?

dinheiro ao d

ele vão volta

alar c

es estive

pai, acabei

senhor, mas

talvez não se

ntes de má f

to deles. O q

ndo,

i desemprega

foi pedir um

ro. Desculp

cupá

o senhor pod

me contado;

emprego na c

me diga: co

que o senhor

emprego, o

que será de

rminei de fa

fortes n

eles, pai! E

hor

RR

da! Me chamo

o sub do Cob

eço desde

ais faleceram

comando do

om o passa

Simone po

tornou sua f

ro. Mas tud

ncontrou Sim

que era no

teus, que sum

cê do Cobra,

a mãe entrou

isso, ele a

car a mina.

o morro com a

nsformou nes

tratando a

sa com elas e

ncordo com e

bertamente

e ele escuta?

essado nas

sa. Tudo isso

olorosa de se

to no dia que

samento,

que era no

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Sob a Lei do Predador
Sob a Lei do Predador
“Jasmine foi criada como uma flor em meio ao concreto, protegida pelas paredes de vidro de uma realidade que ela nunca questionou. Sob o olhar atento de seu pai, ela cresceu acreditando que o destino havia levado sua mãe no momento em que ela veio ao mundo. No entanto, a fragilidade de sua vida é exposta quando o destino decide cobrar uma dívida que ela nem sabia que existia. Em um piscar de olhos, a jovem é arrancada de seu mundo de segurança e arremessada ao epicentro do perigo: o domínio de Cobra, o temido e implacável senhor do Morro do Vidigal. Cobra é a personificação da brutalidade e da desconfiança. Um homem que ascendeu ao poder sobre os escombros de suas próprias desilusões, ele transformou a traição em aprendizado e o afeto em fraqueza. Para ele, o mundo se divide entre os que mandam e os que obedecem, e as mulheres são apenas distrações passageiras que não merecem nada além de seu desprezo e sua frieza absoluta. Ele não busca amor, não busca paz e, acima de tudo, não aceita que ninguém desafie sua autoridade. Mas o encontro entre a pureza inabalável de Jasmine e a escuridão visceral de Cobra cria uma tensão que ameaça incendiar todo o morro. Enquanto Jasmine tenta sobreviver em um ambiente onde o medo dita as regras, ela descobre que o homem que a mantém prisioneira carrega cicatrizes tão profundas quanto as verdades omitidas por seu próprio pai. O que começa como um sequestro e um jogo de dominação logo se transforma em uma batalha de vontades, onde o desejo floresce em solo proibido. Em um cenário de guerra urbana, onde as lealdades são compradas e a morte espreita em cada esquina, Jasmine e Cobra serão forçados a decidir entre o ódio que os separa e a paixão que os consome. Será que um coração calejado pela guerra é capaz de encontrar a redenção, ou a inocência de Jasmine será apenas mais uma vítima no rastro de destruição do Cobra? Mergulhe nesta obra intensa onde o poder, a traição e os segredos de família se colidem em uma narrativa avassaladora sobre a busca pela verdade em meio ao caos.”