s? ― perguntou a garota, levando a xícara
elação profissional tinha se transformado em amizade. Quando perceberam, comentários como "amiga, você precisa transar" já faziam parte da
desgraçado é um gostoso ― confesso
secretária, apoiando a xícara na mesa. ― Não vejo a
observando a am
er morando aqui vai reclamar do barulho d
os olhos, fing
o a chance de ver um "gostoso"
anter a seriedade, mas não
agina, ele não veio aqui pra desfilar charme.
a da conversa se misturou com a percepção de que, por trás da fama e
ços, né? Procurou uma psicóloga na Vergueiro pra se trat
ue toquei no calcanhar de Aquiles do bonitão. ― Thais mordeu o lábio, lembrando-se que s
a se inclinar por inteira sobre o balcão, pode
os dois estão desfilando por aí como se o
Thais arregalou levemente os olhos, su
endo o lábio como quem
iada em todos os sites de fofocas porque
adin
ois ― Natane riu da forma que falou e voltou a se sentar em sua cadeira para digitar
tinha uma bag de entregas nas
sempre, apontou discr
tosa aí na
ntinha nas mãos e realmente tinha o nome da mulhe
ntrigada. Não lembrava de
nda não p
sa, inclinou-s
tem cara de presente.
em saber se ria ou
a feito o pedido pelo aplicativo e ele nada saberia dizer sobre o cliente por trás daquela encomenda
tata assada pronto para ser degustado. Natane
es sabem que você é vegana ― ironizou a garota já
u descer e te comp
ou Natane já com a boca cheia, sem
beça, divertida, e s
rranhou a pintura. Por isso, não fazia o menor sentido o as
oblema era que não fazia ideia de onde o homem morava, mas julgava que seria, provavelmente, em alguma área nobre da cidade. Teria que recorrer à sua secr
r feito um pix,
ta? ― a voz do atendente a
ecia de outros carnavais, aguardava paciente, acostumado com o jeito distraído dela. Sabia que, vez ou outra
lmente. Thais abriu a geladeira ao lado do balcã
nalisar os pães recheados disponíveis. ― Tem pão integral com abobrinh
rante no balcão e arq
que vou acabar
divertido. ― Mas eu sempre faço suspense,
, balançan
não são muito
regou com naturalidade, como que
fábrica de loucos? Vi o carr
em detalhes, apenas suspirou. ― Um idiota bate
ncelha e o piercing em u
u pre
ro cansado, apoiando o
iaram um bolo de dinheiro na mão,
iu baixo, bala
s afirmou. ― Nossa, esse
sei ― respondeu ela, com i
e o pão. O
u a mulher erguendo a nota com u
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