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A noviça e o Conde Viúvo

Capítulo 7 007

Palavras: 1187    |    Lançado em: 05/05/2026

sença do pai, elas subiram as escadas correndo, qu

umadas e os pijamas em

mir. Escovar os dentes e trocar de roupa e se

pouco caso e pegou o celular, já havia um tempo que ela não jogav

ue ela fosse mandar largar o celular e a obe

a pra você? - Perguntou ela se abaix

to com a cabeç

- A voz do menino era um fio e se

as primeiro vamos escovar

raram Helena que jogava aparentemente concentrada no celular, ficou olhando para o b

, Maria Clara ajudo

fazia diferente das outras babás,

smo cantar? -

as antes nós

eza

os. Nunca tinham rezado a

u com a gente. - Dis

que é chato, se n

deu de

? - Perguntou

É rap

z? - perguntou Thom

menor que o Thomas. Primeiro a ge

e Thomas fez igual, He

te junta as mã

tou as mãos e f

je, que amanhã seja melhor que hoje e

- pergunt

nsino vocês a rezar o

uviu, mas não

Clara

ma, eu ensino a

u, já que tinh

e cantar? - Perg

quer ouvir t

na ass

scovar os dentes pri

a Clara ao ver que a menina estava divi

isa. Já so

o fechado, mas era nítido que ela que

rada, Maria Clara com paciência e ca

ram um do lado do outro da

rada. Era uma canção antiga, quase perdida no tempo, uma dessas que

, pouco a pouco, a barreira

ria Clara, deitou a cabeça no colo del

era vazio. Era um silêncio quente, de coração aqueci

e era ignorada. - Você canta... bonito... como... - sua expressão se per

ndo. Maria Clara respirou devaga

Clara afagou seus cabelos com carinho, e ele finalmente

e triste tomo

da pela própria carência. Aproximou-se, deitou-se devagar no outro lado

calor. Acariciava um e outro, desenhando círculos leves com os dedos,

uma batida s

isse ela, n

u devagar e

na cena: Helena e Thomas, ambos refugiados n

lhar. O maxilar se contraiu. O corpo inteiro pareceu tensi

o - sussurrou Mari

vançou dois passos com sua

boa-noite

a voz. Nada que

apa

de Maria Clara. Correu para a cama e deitou, ajeitando

eve a cabeça da menina; tão lev

mas seus olhos brilhavam com o p

noite,

oite...

omas, ainda dormindo no

azê-lo dormir antes de

do - respondeu ela, proc

ntiu, o olhar volt

e, senhori

noite,

tes de virar-se. Mas algo

ando a madeira escura

dor ali. Uma sombra que el

que a menina havia puxado a manta cobrindo o

va chorando

epois de cobri-lo, aproximou-se da cama de Helena

da - sussurrou, beijando

piração trêmula denunciava sua

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A noviça e o Conde Viúvo
A noviça e o Conde Viúvo
“Apesar do título de nobreza não ter valor legal no Brasil, algumas famílias ainda mantém suas tradições e costumes. É o caso da família Alencastro. Neste cenário, Maria Clara, uma jovem professora e aspirante a freira, órfã, criada entre as irmãs do Instituto Santa Bárbara, é enviada pela madre superiora para trabalhar como babá e educadora no Solar Alencastro, uma propriedade imponente pertencente ao reservado Conde Álvaro Alencastro, um homem cuja frieza só não supera a frieza que reina em sua própria casa. Após a morte misteriosa de sua esposa, um caso envolto em mistério, Álvaro passou a ignorar quase completamente os filhos pequenos. As crianças, carentes e indisciplinadas, já haviam expulsado diversas babás. Ao chegar ao Solar, Maria Clara encontra uma casa cheia de sombras, mistério, regras rígidas e crianças que só querem carinho e atenção. Com sua alegria, sensibilidade, ela vai conquistando cada um deles e desperta algo inesperado no próprio conde, sentimentos que ele jamais experimentou, sobretudo porque seu casamento anterior foi um arranjo de conveniências familiares. Enquanto Maria Clara transforma a vida da família Alencastro, um segredo começa a emergir: A morte da antiga condessa não foi tão simples quanto as aparências sugerem.”