ou imóvel
aca da lua que atravessava a janela. O gato preto continuava ali, sen
o
o
ou o vidro
u no silên
o coração bat
é possível - suss
iário. Era apenas uma pequena história, um começo si
o
atamente como
et
bril
o na j
erv
da cama. Seus pés tocaram o chão frio enq
não s
nas a o
e seus olhos eram amarelos,
só um gato -
coisa dizia que aquil
um pouco
eça, como se estivess
ou por algu
abri
para dentro do quarto com um
hão sem fazer
pequeno pas
rto, olhando ao redor como se estiv
is p
se par
um miad
estranho - disse Amara,
nhou até a
u sobr
rcebeu algo que fez se
iár
tava a
luta de que o havia fe
im, ali e
er
aproximou
livro, enrolando o rabo a
. protege
vez gu
hou para
ação di
palavras e
a não lembrava
parecida com a dela... mas ao
irreg
s v
u lent
o caminho até o
a apenas u
al de que as histórias
um frio subir
não escr
ntou os olh
novam
entrar aqui? - per
aquilo era
um g
podia re
Amara teve a estranha sensa
a página
inda pare
sido escrita há
faz sentido
neta que estav
ando para
mente estivess
talv
la pudes
fundo e escreve
u da garota e se de
pa
pe
acont
iu nerv
ia que era só
o instante o gat
u lentament
ra cima d
tamente ao lado
completament
. - sus
tão forte que pare
correndo
mente para
la tinha escrito
via al
arecia lenta
por
invisível esti
va sem conseg
s se forma
começa a
um passo
tá escrev
ênc
o vento
s páginas r
stavam
a pri
que
e o gato
lhou pa
olhando par
ame
parecia ter fi
res se
se movia
os olhos pa
se estava
dev
irreg
mais difícil
ainda não
nta
engoli
sabe
segundos na
imas palavra
histórias não po
orreu o corpo i
o diário
a cama e volto
o lado d
erv
stivesse
u na cadeir
va encontrar uma
stivesse pregan
estivesse
alve
da velha do mer
m o que voc
para o diá
vez sentiu med
spirou
vou voltar
iscou le
aprovass
tou e apagou a
to tempo para c
ez que fechav
ção de que algo o
enas o
lgo m
ndido nas
*
e na cama pel
plesmente
com a pouca luz que entrava pela janela. As sombras dos móveis se alongavam pela
uava sobre a
nt
óv
ando o
o que mais
tanto tempo. Nem mesmo quando dormiam eles f
- murmurou Amara, virando
eu apenas
sse ouvido p
spiro e puxou o co
si mesma de que tudo tin
escrito aquelas f
tivesse s
sse entrado no quarto
ias parecia realmente
bou voltando
, ele parecia
sse algo vivo
esper
tamente entre aquel
a, tentando afastar aq
ivro - diss
mo instante o g
ranziu
lentamente
cou o diário
a
o silêncio do quarto p
-se na cama
não me
não a
ntinuou encar
a
uma
suavemente
o, sem saber exata
lgo aco
ar... o diá
zi
e, como se uma mão invisível
s começar
rrr
apel antigo eco
coração acele
. não..
evantou
ssos hesitant
continuav
m
tr
tr
pa
gina onde ela ti
havia algo
alavras parec
pro
se espalhando lent
roximou
ão
rase estav
va
por
o a
caligrafia parec
. agre
, sem conseg
vras ap
dita que contr
engoli
e cont
ambém começa a ob
ercorreu seu
idamente ao r
a
ento do la
ga
ao lado
vando
omeçou a apar
s l
pes
exigisse
sombr
arou por
s con
começa a
ou o diári
A
bia e descia
Ch
miou
mãos na mesa, te
o que estava
rteza de uma
não era
ela n
começo de alg
a casa, o vento s
res bal
, uma sombra estranha p
l
for
do desenhada pela
ara nã
da demais olhand
m lugar dentro das págin
tória começa
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