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O Diário das Sombras

Capítulo 2 Segundo Capítulo

Palavras: 1564    |    Lançado em: 07/05/2026

ou imóvel

aca da lua que atravessava a janela. O gato preto continuava ali, sen

o

o

ou o vidro

u no silên

o coração bat

é possível - suss

iário. Era apenas uma pequena história, um começo si

o

atamente como

et

bril

o na j

erv

da cama. Seus pés tocaram o chão frio enq

não s

nas a o

e seus olhos eram amarelos,

só um gato -

coisa dizia que aquil

um pouco

eça, como se estivess

ou por algu

abri

para dentro do quarto com um

hão sem fazer

pequeno pas

rto, olhando ao redor como se estiv

is p

se par

um miad

estranho - disse Amara,

nhou até a

u sobr

rcebeu algo que fez se

iár

tava a

luta de que o havia fe

im, ali e

er

aproximou

livro, enrolando o rabo a

. protege

vez gu

hou para

ação di

palavras e

a não lembrava

parecida com a dela... mas ao

irreg

s v

u lent

o caminho até o

a apenas u

al de que as histórias

um frio subir

não escr

ntou os olh

novam

entrar aqui? - per

aquilo era

um g

podia re

Amara teve a estranha sensa

a página

inda pare

sido escrita há

faz sentido

neta que estav

ando para

mente estivess

talv

la pudes

fundo e escreve

u da garota e se de

pa

pe

acont

iu nerv

ia que era só

o instante o gat

u lentament

ra cima d

tamente ao lado

completament

. - sus

tão forte que pare

correndo

mente para

la tinha escrito

via al

arecia lenta

por

invisível esti

va sem conseg

s se forma

começa a

um passo

tá escrev

ênc

o vento

s páginas r

stavam

a pri

que

e o gato

lhou pa

olhando par

ame

parecia ter fi

res se

se movia

os olhos pa

se estava

dev

irreg

mais difícil

ainda não

nta

engoli

sabe

segundos na

imas palavra

histórias não po

orreu o corpo i

o diário

a cama e volto

o lado d

erv

stivesse

u na cadeir

va encontrar uma

stivesse pregan

estivesse

alve

da velha do mer

m o que voc

para o diá

vez sentiu med

spirou

vou voltar

iscou le

aprovass

tou e apagou a

to tempo para c

ez que fechav

ção de que algo o

enas o

lgo m

ndido nas

*

e na cama pel

plesmente

com a pouca luz que entrava pela janela. As sombras dos móveis se alongavam pela

uava sobre a

nt

óv

ando o

o que mais

tanto tempo. Nem mesmo quando dormiam eles f

- murmurou Amara, virando

eu apenas

sse ouvido p

spiro e puxou o co

si mesma de que tudo tin

escrito aquelas f

tivesse s

sse entrado no quarto

ias parecia realmente

bou voltando

, ele parecia

sse algo vivo

esper

tamente entre aquel

a, tentando afastar aq

ivro - diss

mo instante o g

ranziu

lentamente

cou o diário

a

o silêncio do quarto p

-se na cama

não me

não a

ntinuou encar

a

uma

suavemente

o, sem saber exata

lgo aco

ar... o diá

zi

e, como se uma mão invisível

s começar

rrr

apel antigo eco

coração acele

. não..

evantou

ssos hesitant

continuav

m

tr

tr

pa

gina onde ela ti

havia algo

alavras parec

pro

se espalhando lent

roximou

ão

rase estav

va

por

o a

caligrafia parec

. agre

, sem conseg

vras ap

dita que contr

engoli

e cont

ambém começa a ob

ercorreu seu

idamente ao r

a

ento do la

ga

ao lado

vando

omeçou a apar

s l

pes

exigisse

sombr

arou por

s con

começa a

ou o diári

A

bia e descia

Ch

miou

mãos na mesa, te

o que estava

rteza de uma

não era

ela n

começo de alg

a casa, o vento s

res bal

, uma sombra estranha p

l

for

do desenhada pela

ara nã

da demais olhand

m lugar dentro das págin

tória começa

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O Diário das Sombras
O Diário das Sombras
“Amara sempre encontrou refúgio nas histórias que criava. Em um mundo onde se sentia invisível, imaginar era sua forma de existir. Mas tudo muda no dia em que, em um mercado de rua esquecido pelo tempo, ela compra um diário antigo de capa escura, um objeto que parecia chamá-la. No começo, é apenas curiosidade. Palavras escritas por diversão. Pequenas histórias.Até que elas começam a acontecer.O que antes era imaginação ganha forma no mundo real. Coincidências estranhas. Sons onde não deveria haver nada. Presenças que não podem ser explicadas. E então, sem perceber o limite que cruzou, Amara cria algo que não consegue apagar:Uma sombra.Silenciosa. Observadora. Crescente.À medida que tenta controlar o que trouxe à existência, Amara descobre que o diário não é apenas um objeto mágico, ele responde, modifica, exige equilíbrio. Cada palavra tem peso. Cada história tem consequências. E quanto mais ela escreve, mais a linha entre realidade e ficção desaparece. Mas o pior ainda está por vir.O diário já teve outros donos.E nem todos sobreviveram às histórias que começaram.Agora, enquanto a sombra se torna mais forte e o mundo ao seu redor começa a ser afetado, Amara precisa enfrentar uma verdade assustadora.Algumas histórias não querem ser controladas, elas querem continuar.E talvez... ela já tenha escrito mais do que deveria.”