que deveri
seu corpo gri
nte... ela não c
tava per
, intenso, como se enxergas
uando fica com medo? - ele pro
s, tentando esconder o
ão tenh
nti
le s
no rosto dele
se, dando mais um pa
ão dela
tão d
evemente, ficando
querer
parece
por um segundo, tentand
tou a encará-lo
urou a m
ir
ue
min
seu corpo i
omigo -
oi um
uma d
ra silenci
oso d
ensação de que ela estava
o as luzes da cidade passarem rápido
ra imp
la estav
das pra casa? - perguntou, ten
responde
omo se estivesse aval
que me in
ngoliu
por q
to na direção de
cê não é com
ria soar com
não
o algo ma
prof
peri
ente, sentindo o coração bat
nem me
ço o suf
você acha
m segundo ante
cer forte... mas tá fu
acertou
icou em
a ido lon
que acabou de me conhecer - ela
mais pra alguém que cla
ue veio depoi
que nenhum dos do
lana não conseguiu
tura era
ega
ri
que dominava
havam como estr
bon
bém... s
né? - ele
la respondeu, qu
vista que ela
aproximou
pre
e todo o contro
vez ti
ele disse. - Você p
na s
era o
fosse
quilo ac
a mu
as
ão se
eu não q
dele es
e pareceu
s fe
peri
o lentamente e to
a pele com uma calma qu
ão voc
veio se
or
ten
min
sperando por aquilo desd
u resistir p
foi i
o perc
completamen
eu corpo contra o dele,
paço pa
os dois cresceu
goso
... - ela murmur
ser certo - ele re
só pio
melh
u impossí
ela n
a se
um homem que el
de algum
r exatamente cad
a re
a li
passar t
s dep
tomou cont
ação aind
rpo q
lima hav
stava d
ri
oltado a ser aquel
o rosto na
um erro...
lguns segundos
o resp
dir
F
a caiu com
emo
rrepen
m n
os olhos por
o deveria
incom
ela gostari
que você me
o lentamente, enc
que eu
mpl
ri
init
ele mom
a ent
sabia que
a o que e
tipo de vida
ia de um
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volver c
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o fun
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