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Onde a Estrada nos Levou

Capítulo 3 

Palavras: 1818    |    Lançado em: 10/05/2026

entindo o peso da rotina. Meu pai estava em viagem novamente, como sempre, e Gabriel ainda dormia profundam

m a postura calma e séria que me irritava e, ao mesmo tempo, m

- disse, sorrindo

que ainda não queria me envolver, ainda não queria dar espaço para qualquer sentimento que pudesse me dis

ele segurava o volante, a firmeza nos braços, os olhos atentos pelo retrovisor. Algo dentro de mim reagia, uma sensação que eu não queria nomea

já estavam esperando. Como sempre, c

i o trajeto hoje? - La

- respon

sa, você é impossível! Gente, aquele Lucas é mu

ão pude deixar de perceber o quanto minhas amigas estavam certas. Ele era atraente

, mas permanecia fechada, concentrada em manter meu controle. Mesmo assim, por dentro, cada pequeno detalhe do trajeto da

Eu aceitei com um murmúrio, mais por hábito do que por vontade real de socializar. Ao sairmos

perguntou, e eu

o falava, não precisava falar. Havia algo no jeito que ele dirigia, no cuidado com o carro, que me deixava inquieta e, ao mesmo tem

Mas minha mente continuava voltando para Lucas, para a presença dele no carro, para o modo como ele parecia... perfeito sem esforço. N

gindo calmamente. Ao chegar, Dona Célia já havia preparado o jantar. Gabriel me recebeu com abra

o para Lucas. Ele não estava presente fisicamente, mas sua imagem invadia minha mente de forma insistente: o jeito como

*

ia os pratos com eficiência e cuidado. Eu apenas observei, sentindo o conforto da casa, o aroma de comida caseira e a segurança que aquele ambiente sem

siasmado, e eu respondia com breves acenos ou murmúrios, ouvindo mais do que participando. Havia um certo prazer silencioso em apenas observá-lo: o jeito como ele gesticulava, a

silencioso, mas presente. Cada detalhe dele parecia gravado na minha memória: a postura reta, a firmeza nos braços, os olhos atentos, o modo como ajustava o volante com naturalidade.

Gabriel perguntou, inter

rei, sem olhar di

exercícios. Eu suspirei, sentindo o peso da rotina que ainda precisava encarar: trabalhos da faculdade, provas,

zando a louça ou preparando algo para amanhã. Eu deixei minha mente vagar, observando o teto, as paredes, o relógio. Cada tique-taque parecia lembr

ssidade de controle. Ele era atraente, sim, mas não era só isso. Era o modo como existia, como se encaixava na min

inda dormia, e meu pai continuava em viagem. Desci até a garagem, e lá estava Lucas, encostado no carro, com

aquele sorriso discreto que pare

ndi, breve, evitan

mente, o leve movimento do ombro ao ajustar o banco, a atenção aos detalhes da estrada. Cada gesto, aparentemente simples, parecia carregar um tipo de elegâ

minha mochila, e começou a conversar sobre o trabalho, enquanto Bela comentava sobre a roupa que queria co

para mais perto. - Então, o motorista nov

da, mas sabia que não podia negar. Lucas era atraente, sim, mas e

o olhar para os papéis do tr

? Ah, por favor! Ele tem presença, Nina! Aquele jeito calm

ercebessem qualquer tipo de distração da minha parte. E, no fundo, não queria a

o, lá estava Lucas, silencioso, firme, sempre atento. Eu tentava ignorar, mas era impossível não reparar no modo como

servando roupas, acessórios e objetos diversos, enquanto eu tentava manter a atenção no que era supérfluo. Mas, inevitavelmente, meus pensamentos volt

ntava em silêncio, absorvendo o conforto da casa. Mas mesmo ali, na segurança do meu lar, não conseguia afastar os pensamentos sobre Lucas. Não era amor, não ainda. Era apenas p

aulas ou do trabalho. Era o peso de tentar manter meu controle, de resistir a algo que eu ainda não queria admitir. Fechei os olhos na cama, respira

bia que a estrada que me levava até ele,

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Onde a Estrada nos Levou
Onde a Estrada nos Levou
“Nina nunca imaginou que a rotina da faculdade pudesse ser transformada por um simples trajeto de carro. Entre livros, provas e a pressão de suas escolhas, ela encontra Lucas, seu motorista, que guarda segredos e experiências que o fazem tão misterioso quanto irresistível. O que começou como olhares discretos e conversas no caminho, transforma-se em uma paixão que desafia regras, preconceitos e medos. Em uma estrada onde o destino parece traçado, será Nina capaz de seguir seu coração até onde a estrada a levar?”