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A Gordinha dos Militares

Capítulo 2 juízo

Palavras: 3455    |    Lançado em: 19/05/2026

Z H

mas não conseguia. Meu corpo estava

o andar de cima. A casa era enorme, bem

êm uma casa dessas? Ser se

. Ele me puxou para mais perto, abraç

, amor. Podemos te dar a vida

nã, ele era muito alto e ainda musculoso. Eu, com meus um metro e cin

me deem nada.

isso, Eliz. No

im que entrei, percebi que a outra fo

tendia pela parede, era o destaque do ambiente, cercad

o tapete macio, enquanto o painel ripado, onde a

anorâmica com cortinas automatizadas. Realmente, lindo e luxuoso. Eu me sentia em casa ali

i. Tem roupas par

oupas p

mpramos p

estavam planejan

sada, me puxou e co

olhos em você, amor. Ca

nte são

toda dess

e novo. Eu os queria. Ah, como os queria... Mas,

ão tenha a ideia de tentar fugir. Há câmeras por todos os lad

ou do beijo e saiu, me de

sofisticada. A água quente relaxou meus músculos tensos

pelos três homens que faziam meu coração bater

mas igualmente perigosos para minha s

ia e caminhei até o closet. Assim q

as perfeitamente. E tudo, absolutamente tudo, er

biam disso? Como podiam conhecer c

conjunto confortável, um short de algodão e uma blusa de

li e fingir que não estava presa com eles. Infelizmente, t

ros se misturava ao do café recém-passado, criando um ambiente quase acolhedor. Se não fosse pelo fa

cozinha e parei na entrada, o

séria como sempre. Ele parecia completamente focado na t

Enos, inclinado sobre a mesa, montava pratos com uma concentração que me fez sorrir sem querer. El

s espiando ou vai

e virou com aquele sorriso travesso e me encarou co

omida. - Murmurei, cruzando os braços

al para você. - Disse Enos, me lançando um olhar intenso

franzi a testa

. - Sabemos que você gosta de comidas bem temperadas e nada muito

ber sobre mim mais do que deveriam. Isso deveria me assustar, mas

coisas sobre mim. - Disse dev

u, apoiando-se no balcã

. Você acha que íamos sequestrar uma

celha, irritada co

so com frequência?

l disse, com seu

mostrar que senti ciúmes, mesmo sa

tempo pretendem

sua proximidade me fe

tender que pe

fundo, uma parte de mim se perguntava por quanto tempo conseguiria

DR

egumes frescos que eu cortava. Eu nunca me import

vorita de Eliz, cozinhando os legumes no ponto certo, c

a faca enquanto as lembran

primeira vez que a vi, anos atrás, quando eu, Eliel e Enos com

le jeito petulante e desafiador que só fazia com que eu quisesse domá-la. Mas Eli

já havíamos dividido mulheres antes, eu e meus irmãos. Era

forço, a forma como falav

los para apoiar a irmã. Lembro exatamente do mome

ais incrível do mundo. E se era incrível, só po

dito casamento de conve

over entre nós, procurando o que fazer, mas só me deixava mais excitado essa proximi

ável. Eliz ainda estava irritada com a gente,

ncadeiras de Eliel e Enos, provocand

o mais um pedaço da salada. - Eu jamais ima

egando mais salada e levando até a

só de armas e briga

deu provocativa, beb

to. As bochechas coradas pelo vinho, os lábios úmidos e brilhantes,

seu lugar. Percebia nos pequenos gestos. Na forma como relaxava os ombros,

vão cozinhar para mim. - Ela

Eliz. - Falei, olhando-a. - D

ou por mais de um segun

. - Resmungou, espetando um

- Você já é nossa, Eliz. N

ar, os olhos bri

ca fui d

re a mesa, apro

s conhecia. Agora que conh

o olhar e soube que havia conseguido atingi-la.

os, senti um olhar sobre mim. Não p

rdada? - perguntei, sem

. Percebi que sua voz estava mais

o pano e me vire

samento? - perguntei,

rriu, mas havia algo triste no fundo daq

do tão perto que nossos

r você se casar com um

só um casamento de con

o, e eu apenas a olhei, admirando aq

acham qu

o o queixo dela com f

temos

o escondendo a satis

completame

cê? Com

orpo dela, o cheiro adocicad

ios quase tocando os dela, quando

arrar a nossa mulher, faz is

go nossa marrentinha estava entre nós, no seu l

pés, esticando os braços até meu pescoço, me puxando para me inclinar até sua boca. E

os. Enos atrás dela, começou a beijar seu pescoço

l, se entregando assim pa

um beijo. Ele não se fez de rogado, beijou nossa m

a, fazendo-a sentir toda a extensão. Ela gemeu mais, pressionando o quadril con

nou e lhe tomou um seio na boca. Fiz o mesmo com o outro, chupando-a com vontade, ouvindo os gritos deliciosos de prazer d

a. - Enos disse, sua voz tranqui

O

. Eu a coloquei no chão. Meu pau e o dos meus irmãos quase

aus nessa boceta gostosa quando admi

ao mesmo tempo. Ela desferiu um soco

dio

Falei, me inclinando e b

ais gostosa do mundo.

garota. - Enos

. Não sou

deliciosa. Meu pau quase saltou das calças, indo sozinho à procura daquela que me

N

a que seria um inferno. Acordei com o pau duro e nem precisei

ro, a voz, o jeito como ela nos desafiava com aquele ol

e tomei um banho frio. Não ajudou muit

a aceitar a situação, mas paciência nunca foi exatamente o meu

s. Seus gemidos me alucinavam, seu corpo, caralho, aquele corpo, me deixava louco. Cheio de curva

mia da mansão. Precisava gastar energia ou acabaria enfiando Eliz

o ao lado. Suspirei, já imaginando que não seria nada de

exterior. Pegou a mulher errada e foi parar na prisão. O gove

ço envolvia capturar bandidos, resgatar reféns e resolver merdas que a polícia não conseguia,

vai

ão? Isso veio dire

semelhar ao de um falcão, olhos atentos a tudo e um bote precis

mos oc

. Precisamos de vocês e você

zemos isso pelo dinheiro, e agora não estamos dispostos. N

culpados. Ele se envolveu com a mulher

e não sossega o pau no meio das calças e nós sere

foco era Eliz agora. Estávamos ali por ela. Fiz

apareceu. Me virei e dei de cara com a

parte de cima de um baby doll transparente e uma calcinha de renda que mal cobria a delí

mente o efeito que causava. E, porra,

cruzando os braços, o que apenas destacav

or um segundo, te

m fogo, Eliz. Andando

esperam que eu me comporte

ria me provocar, que queria testar os limites. Mas eu já estava no meu limi

sse juízo. - Murmurei, a vo

riso lindo formado nos lábios gross

ossem me soltar. Parece que

ra a parede e fazê-la entender que ela já era nossa. Mas eu queria mais. Que

quanto quiser, Eliz

os olhos, fing

Go

calor do corpo dela. Meu olhar desceu por suas curvas, pela pele

ocar, do que eu estava pre

braço, subindo até seu ombro. Sua respiração vacilou.

tremendo?

ou, mas sua voz não saiu

o muito. - Falei

ais rápidas, segurando sua cintura e puxando-a contra mim.

fingindo? - sussu

izei os lábios por seu pescoço, sentindo sua pe

Eliz. Só preci

xo, quase imperceptível,

sou de

scondido ali. Eu via a forma como seu corpo reagia,

ere

ber que Esdra e Eliel estavam na porta,

o foi a pro

ruzou o

vai perceber que não tem co

cabelos, tentando

nto quiser. Mas no fim, vai ser

o havia dúvida a

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A Gordinha dos Militares
A Gordinha dos Militares
“Eliz está prestes a se casar por contrato, para salvar os negócios da família, mas o que não esperava era ser sequestrada por três militares no dia de seu casamento. Esdra, Eliel e Enos, são loucos pela gordinha mais gostosa que viram na vida, e jamais vão deixar ela se casar, nem que para isso tenha que a manter presa, até ela entender que pertence a eles.”