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A Gordinha dos Militares

Capítulo 4 nossa mulher merece

Palavras: 3282    |    Lançado em: 19/05/2026

DR

iel ecoava pelo quarto, me deixando louc

ra cima, enquanto Eliel bombava para dentro da nossa marrentinha. A expr

quarto, marcado por nossos toques, beijos e pela forma como a estávamos possuindo. Eliel estava enter

o ela reagia a cada estocada de Eliel. Agarrei suas coxas com força, ajudando-a a se

do rosto corado dela, seus olhos encontraram o

.. Isso aí é enorme. Enorme não, é surreal.

a despertar esse lado em mim, arrancando sorrisos mes

onde você ague

au contra seus lábios antes de me afundar lent

, e eu perdi o controle por um momento, segu

o corpo inteiro

scorre por mim, Eliz... - A voz

ós. O aperto ao redor de Eliel fez com que ele não aguentas

encher essa boceta gostosa co

seu rosto e limpando o canto

quatro par

enquanto erguia a bunda grande e gostosa para mim. Minha visão escureceu com o desejo. Como podia uma mulh

pau é muito grande. - Sua vo

ela, deslizando as mãos por suas

entinha. Mas agora preciso sentir você in

saboreando a sensação de tê-la exatamente onde queria. E fina

m o tamanho dentro de si. Enos a ajudou a erguer o corpo. Suas costas bateram no meu peito, sua cabeça n

l acariciava seu corpo, fazendo-a aos poucos relaxar. A rigidez del

ou morrer de tesão, mas eu

sa tora entrou em mim. - Ela diss

quadril a cada movimento, balançando deliciosamente, era mesmo a visão do p

diga aos meus irmãos que eles me tirem de cima

jei-a, passei o braço por sua cintura, prendendo seus

nela, com certo desesper

alho,

u quadril batia na bunda dela com uma violênci

parar

er com força. Ela gritava. Sabia que doía,

, eles me tiram de dentro de

eu pau todo dentro de Eliz. Ela gemi

, amor? - En

rra. Me f

raços, com meu pau engatado em sua boceta, fiz ela apoiar os pés um pouco acima dos meus joelhos, seus

! Ela não terá forças par

ostando, e isso me deixava maluco. Nenhuma mulher tinha me aguentado foder assim, e a minha, a que amava, a que desejava intensa

, Es

im, segurando sua bunda. Ela estava ofegante. Meti mais rápido, quase próximo ao meu ápice. Quando finalmente gozei, m

elha e toda suada. Em seguida, ela fecho

z ela desmaiar, po

N

la estava tão vermelha que parecia um pimentão, o ro

e você já assusta nossa garota assim. - Reclamei, colocan

ou de Eliz e bei

uito. - Ele dizia próximo ao ouvido

pelo rosto dela e depois a r

o ao redor, confusa. A res

a perguntou. - Não morri sendo

cama. Esdra a ag

ra me parar. Sinto mu

o jeito que encontrei foi aceitar que ia morrer levando pau... e que

pa. Você é tão gos

va, gozei gostoso, e agora es

presa entre os dentes na lateral da boca. Tão deliciosa... Meu pau pulsava

r. Descanse e faremos amanhã. - Falei, res

de Esdra, e pratica

de novo, ou vai me matar de vez. Quero provar

ntou com sua bo

cara

com vontade no meu pau. Levou a mão até o meu cabelo e o puxou com força, enquanto quicava a bunda

pode existir p

ação por alguns instantes. Estava tão gostoso que nem sabia o que

e, de voz baixa e olhar afiado. Nunca deixei que al

El

esse desmaiado há alguns minutos. Eu queria reagir, segurá-la e meter nela quase tão selvagemen

ão era contra um inimigo. Era contra ela. Contra o que ela estava fazendo comigo. Contra o jeito co

e movia freneticamente sobre mim, rebolando

, e isso me irritava, porque eu nunca ti

falar, mas ela me

e o puxaram com força. O choque di

, que g

som baixo,

u quadril, ditando o ritmo, deixando claro que ela era

r me tomar dessa maneira. Nunca me permiti ser apenas algu

movimento, cada rebolada lenta e tortu

também estaria, se estivesse no lugar deles. Estava ali, dominado por uma garota que mal alc

hos brilhavam de desejo, mas também de algo mais sombrio. Ela

ussurrou contra meus lá

a garganta e senti meu cont

do meu ser estava concentrada nela, nos movimentos

ntra o meu rosto, um choq

a voz saiu arrastada,

o mais forte no meu pau. E acabei grit

eza de que ficaria marca. Mas não e

desespero. Meu peito subia e descia rapidamente, meus múscul

ava pe

a vez, não me i

o. Aquela não parecia a garota que nos enrolou anos atrás, estava possuída.

, nem precisa falar

ão foi forte, mas foi firme, mostrando quem

nda em mi

ela. Caralho, aquela bunda merecia um quadro. Louco de desejo, comecei a meter forte, perde

IE

ei para o lado, para não marcar nossa mulher. Nem dava para ver d

nossa mulh

la era gostosa demais, porra! Mas naquele dia não faríamos mais nada, afinal, ela já havia desmaiado

u viva

cando, como se qu

s sonhos consegui chegar perto de como você é gostosa, e acredita, já sonh

im? - ela perguntou. Ele riu alto, coisa impressionante, p

queria você, não transava desde que te conhec

to que me fez desmaiar. - El

ou meno

perto de mim. - Ela falo

não ficar duro, ainda mais agora qu

bada por vocês, preciso de um

amos treinar isso, vamos querer te foder mai

o ver a mulher que fode a noite t

em algum momento, conseguiria. Se ela aguentou Esdra daquela forma na primeira tran

aproximei e beijei sua boca - Ei, Enos está

que era quase tão calado quanto Esdra, ma

sentindo. - Ele virou o rosto para Eliz

u incrível.

lho, você é mesm

roximou de Enos, que a puxou para

sair, e eu e meus irmãos olhamos para eles, um

rindo

iros e o que viu pela

da. Bom, mais ou menos. - Falei desviando d

imo, teria que ter a nossa altura. Você

u ex sempre dizia que ficava sufocado q

s. E esse seu ex é um idiota frouxo do caralho. Quem não aguenta a pró

o novamente. Eliz não resistiu, mas ficou vi

beijei seu pescoço,

u estresse com tudo, essa língua afiada, e essa bunda deliciosa, que está me deixando louco e me impede de pensar em qualquer coisa além dessa bunda gost

liel, i

u bater na minha bunda,

não, baixi

ás de mim. Desviei dos seus tapas e a le

El

lta para a cama, deitei-a de b

cê me pa

da minha mão na sua bunda

ter volta, p

a puxou para seus braç

as podem sossega

u dar o troco. - Ela falou, olhando para

oi feita para levar tapas de mim

á para

desafian

quiser, mas v

o ab

leve sua bunda, deixando as marcas dos meus de

El

arar o almoço, já que nem café tom

ci, o celular que era de uso apenas para nosso serviço

lho, Enos já te falou isso,

s não fizerem esse trabalho, estão perdi

amos pelo dinheiro, já temos o suficiente para dar a vida que n

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A Gordinha dos Militares
A Gordinha dos Militares
“Eliz está prestes a se casar por contrato, para salvar os negócios da família, mas o que não esperava era ser sequestrada por três militares no dia de seu casamento. Esdra, Eliel e Enos, são loucos pela gordinha mais gostosa que viram na vida, e jamais vão deixar ela se casar, nem que para isso tenha que a manter presa, até ela entender que pertence a eles.”