DR
iel ecoava pelo quarto, me deixando louc
ra cima, enquanto Eliel bombava para dentro da nossa marrentinha. A expr
quarto, marcado por nossos toques, beijos e pela forma como a estávamos possuindo. Eliel estava enter
o ela reagia a cada estocada de Eliel. Agarrei suas coxas com força, ajudando-a a se
do rosto corado dela, seus olhos encontraram o
.. Isso aí é enorme. Enorme não, é surreal.
a despertar esse lado em mim, arrancando sorrisos mes
onde você ague
au contra seus lábios antes de me afundar lent
, e eu perdi o controle por um momento, segu
o corpo inteiro
scorre por mim, Eliz... - A voz
ós. O aperto ao redor de Eliel fez com que ele não aguentas
encher essa boceta gostosa co
seu rosto e limpando o canto
quatro par
enquanto erguia a bunda grande e gostosa para mim. Minha visão escureceu com o desejo. Como podia uma mulh
pau é muito grande. - Sua vo
ela, deslizando as mãos por suas
entinha. Mas agora preciso sentir você in
saboreando a sensação de tê-la exatamente onde queria. E fina
m o tamanho dentro de si. Enos a ajudou a erguer o corpo. Suas costas bateram no meu peito, sua cabeça n
l acariciava seu corpo, fazendo-a aos poucos relaxar. A rigidez del
ou morrer de tesão, mas eu
sa tora entrou em mim. - Ela diss
quadril a cada movimento, balançando deliciosamente, era mesmo a visão do p
diga aos meus irmãos que eles me tirem de cima
jei-a, passei o braço por sua cintura, prendendo seus
nela, com certo desesper
alho,
u quadril batia na bunda dela com uma violênci
parar
er com força. Ela gritava. Sabia que doía,
, eles me tiram de dentro de
eu pau todo dentro de Eliz. Ela gemi
, amor? - En
rra. Me f
raços, com meu pau engatado em sua boceta, fiz ela apoiar os pés um pouco acima dos meus joelhos, seus
! Ela não terá forças par
ostando, e isso me deixava maluco. Nenhuma mulher tinha me aguentado foder assim, e a minha, a que amava, a que desejava intensa
, Es
im, segurando sua bunda. Ela estava ofegante. Meti mais rápido, quase próximo ao meu ápice. Quando finalmente gozei, m
elha e toda suada. Em seguida, ela fecho
z ela desmaiar, po
N
la estava tão vermelha que parecia um pimentão, o ro
e você já assusta nossa garota assim. - Reclamei, colocan
ou de Eliz e bei
uito. - Ele dizia próximo ao ouvido
pelo rosto dela e depois a r
o ao redor, confusa. A res
a perguntou. - Não morri sendo
cama. Esdra a ag
ra me parar. Sinto mu
o jeito que encontrei foi aceitar que ia morrer levando pau... e que
pa. Você é tão gos
va, gozei gostoso, e agora es
presa entre os dentes na lateral da boca. Tão deliciosa... Meu pau pulsava
r. Descanse e faremos amanhã. - Falei, res
de Esdra, e pratica
de novo, ou vai me matar de vez. Quero provar
ntou com sua bo
cara
com vontade no meu pau. Levou a mão até o meu cabelo e o puxou com força, enquanto quicava a bunda
pode existir p
ação por alguns instantes. Estava tão gostoso que nem sabia o que
e, de voz baixa e olhar afiado. Nunca deixei que al
El
esse desmaiado há alguns minutos. Eu queria reagir, segurá-la e meter nela quase tão selvagemen
ão era contra um inimigo. Era contra ela. Contra o que ela estava fazendo comigo. Contra o jeito co
e movia freneticamente sobre mim, rebolando
, e isso me irritava, porque eu nunca ti
falar, mas ela me
e o puxaram com força. O choque di
, que g
som baixo,
u quadril, ditando o ritmo, deixando claro que ela era
r me tomar dessa maneira. Nunca me permiti ser apenas algu
movimento, cada rebolada lenta e tortu
também estaria, se estivesse no lugar deles. Estava ali, dominado por uma garota que mal alc
hos brilhavam de desejo, mas também de algo mais sombrio. Ela
ussurrou contra meus lá
a garganta e senti meu cont
do meu ser estava concentrada nela, nos movimentos
ntra o meu rosto, um choq
a voz saiu arrastada,
o mais forte no meu pau. E acabei grit
eza de que ficaria marca. Mas não e
desespero. Meu peito subia e descia rapidamente, meus múscul
ava pe
a vez, não me i
o. Aquela não parecia a garota que nos enrolou anos atrás, estava possuída.
, nem precisa falar
ão foi forte, mas foi firme, mostrando quem
nda em mi
ela. Caralho, aquela bunda merecia um quadro. Louco de desejo, comecei a meter forte, perde
IE
ei para o lado, para não marcar nossa mulher. Nem dava para ver d
nossa mulh
la era gostosa demais, porra! Mas naquele dia não faríamos mais nada, afinal, ela já havia desmaiado
u viva
cando, como se qu
s sonhos consegui chegar perto de como você é gostosa, e acredita, já sonh
im? - ela perguntou. Ele riu alto, coisa impressionante, p
queria você, não transava desde que te conhec
to que me fez desmaiar. - El
ou meno
perto de mim. - Ela falo
não ficar duro, ainda mais agora qu
bada por vocês, preciso de um
amos treinar isso, vamos querer te foder mai
o ver a mulher que fode a noite t
em algum momento, conseguiria. Se ela aguentou Esdra daquela forma na primeira tran
aproximei e beijei sua boca - Ei, Enos está
que era quase tão calado quanto Esdra, ma
sentindo. - Ele virou o rosto para Eliz
u incrível.
lho, você é mesm
roximou de Enos, que a puxou para
sair, e eu e meus irmãos olhamos para eles, um
rindo
iros e o que viu pela
da. Bom, mais ou menos. - Falei desviando d
imo, teria que ter a nossa altura. Você
u ex sempre dizia que ficava sufocado q
s. E esse seu ex é um idiota frouxo do caralho. Quem não aguenta a pró
o novamente. Eliz não resistiu, mas ficou vi
beijei seu pescoço,
u estresse com tudo, essa língua afiada, e essa bunda deliciosa, que está me deixando louco e me impede de pensar em qualquer coisa além dessa bunda gost
liel, i
u bater na minha bunda,
não, baixi
ás de mim. Desviei dos seus tapas e a le
El
lta para a cama, deitei-a de b
cê me pa
da minha mão na sua bunda
ter volta, p
a puxou para seus braç
as podem sossega
u dar o troco. - Ela falou, olhando para
oi feita para levar tapas de mim
á para
desafian
quiser, mas v
o ab
leve sua bunda, deixando as marcas dos meus de
El
arar o almoço, já que nem café tom
ci, o celular que era de uso apenas para nosso serviço
lho, Enos já te falou isso,
s não fizerem esse trabalho, estão perdi
amos pelo dinheiro, já temos o suficiente para dar a vida que n
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