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várias folhas de desenhos nas mãos e a bolsa escorregando pelo ombro, quem teve a bri
umas folhas caem no chão, eu pod
escuros para trás enquanto faço um malabarismo
i gritar do escritório
olhos, péss
o lembrando da última vez que fiquei ouvindo os monólogos sem fim, quase cho
a desconhecida atravessar
cido fino. A manga manchada de café me lembrava do dia infernal que estava tendo, poderia subir e
de centro da sala e segui
bar, segurando um copo de whisk
sentir alguém me
meu cérebro sim
ados, corpo grande preenchendo o ambiente c
e tão intensos que m
or, me fazendo sentir excitada no mesmo insta
estranho. - Esse é Lucius. Um velho amigo, ele mo
o ami
o pode ter deixado um amigo desse escondido
u um passo
voz baixa e rouca, me fazendo passar a lí
e ver os desenhos dela, são perfeitos. - meu pai diz orgulhoso,
os olhos de mim, não desvio os olhos de seu rosto enquant
espondo com um fio de voz,
ai, pergunta me fazendo recordar que ele está a
deia, abraço ele sentindo minha saia subir ao lev
e sentir melhor? - meu pai pergunta e paro c
rganizar tudo, mas... - me viro para Lucius que engole em seco e dou um sorri
minha princesa, o
esponde bebendo o whis
falo dando um beijo na bochecha
sível, enquanto subo as escadas, oh querido Lucius, você é um no meio de tantos,
to na porta, fecho os olhos, ainda sentindo o aperto da
sozinha e sentindo
cama pens
l tirar ele d
m queria
eu fiz dele minha mai
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