. - papai diz feliz por ter acendid
ouço a voz dele atrás de mim, ma
espreguiçadeira de bruços, ainda pingando e vejo ele pa
do meu sol, afasto o cabelo das c
ai colocou um pagode baixinho e o ch
? - pergunto levantan
ortar um peda
evitando olhar pra ele, o melhor bot
o a sua voz e di
ção, continuo dan
lo, Lucius, pode ol
e dei
e e deixa no pr
e vejo ele travar no
eu tio. - r
te pedir uma coisa.
que
tempo e minha pele fica vermelha muito fácil. - vejo ele respirar fun
fingindo que minha barriga não e
caindo em suas mãos e enfim
escapa se
ega, p
scul
costas, forte e certeira
nsigo alcançar, mas se não der, tudo bem. - já percebi que ele reage melho
astar quando sinto sua mão em minha b
inho tentando me conter, n
e roupa. - ameaça, mas eu nunca fui uma pessoa com bom senso, m
arne queimou, eu te
imentão e eu super consigo fazer duas coisas ao mes
, mas não
uperar minha respiraçã
ntrando na água, pego mais um
e meu pai conversam que só, eu estou querendo a
a o celular
e minutos, tenho que enviar u
m? - pergunto o ve
importante, parece que deu um peq
pego um suco e vejo ele olhan
Lucius. - inclinei a cabeça, s
escuros escondiam seus olhos, mas eu se
as não c
ferver, não de raiva, de tesão. Ele vai
vitar e arrumei a parte de cima do biquín
do um pouco para frente, para atrair
ído pelos meus seios, sorrio interna
s e me olhou, seus ol
ntrole, era alguma coisa que eu não sabia
deia do que está
nho uma ideia, mas a última humilhação de hoje, tenho
e, com ele podendo ter a visão de tod
i, a voz baixa q
me ol
meu rosto, meu pescoço, meus s
nta -
tensa, que meu corpo obe
me fazendo ca
ara ser minha puta? - pergunta
o que meus seios estão na
tender o que ele queria dizer com isso sua boca tomou meu peito direito, não sugando
endo uma lágrima e
inha marca, é melhor subir e se
sem pensar, subo a escada correndo e entro no meu quarto com o coraç
ha, impossível de disfarçar, sorrio sentindo mi
na má mais vezes, oh Lucius, voc
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